terça-feira, 24 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL

Boa tarde Amigos...

Gostaria de desejar a todos um FELIZ NATAL!

Que este Natal traga para vocês e suas famílias muito amor, paz , saúde e felicidade!

Aproveitem muito suas famílias, aquelas boas risadas, aquelas piadinhas , aquelas histórias que unem suas (nossas) famílias...

Enfim Felicidades!

Atenciosamente...

Diego Chiuratto Pires

POST ATUALIZADO:

Espada / Largehead Hairtail / Cutlassfish atlantic (Trichiurus lepturus)

sábado, 21 de dezembro de 2013

Especial Tubarões - Parte 03 - Tubarão Lixa

TUBARÃO LIXA


Há dois tipos de tubarão-lixa: o grande e o pequeno. Ambos vivem ao longo das costas do Atlântico. Sua cor é amarelo-creme, matizado de vermelho e com manchas, como se fosse um leopardo do mar. Seus dentes se assemelham aos do tubarão-azul, que é seu parente.

O tubarão-lixa grande é quase duas vezes maior que o pequeno. Suas manchas cinzentas, em forma de meia lua, não podem ser confundidas com as manchas vermelhas das espécies menores. Os pescadores às vezes encontram tubarões-lixas em suas redes e quando isso acontece, é certo que elas estarão rasgadas. 

Ambos os tipos procuram seu alimento, especialmente arenques, em profundidades que vão de 40 a 400 m.
Nadam rapidamente e caçam em grupos de oito a dez. Nadam em ziguezague por baixo dos cardumes de arenques e forçam sua presa a subir até a superfície.

Podem ser vistos nadando com a boca fora da água, levantando espuma e brilhando como prata. Os ovos que as fêmeas põem são duros e têm uma linda cor de âmbar transparente com filamentos dourados. São colocados num invólucro oblongo, e parecem obra de um extraordinário joalheiro.

Filo: Chordata
Superclasse: Pisces
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Squaliformes (Pleurotremata)
Família: Scyliorchinidae
Características:(tubarão-lixa grande)
Comprimento: até 1 m
Ovos: de 8 a 10 por ninhada
Período de incubação: 8 a 9 meses
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br


Classe: Condrichthyes
Ordem: Orectolobiformes
Família: Orectolobidae
Nome científico: Ginglymostoma cirratum
Nome vulgar: Tubarão-lixa
Categoria: Ameaçada

Pode chegar até 4 metros de comprimento. Alimenta-se de peixes que habitam no fundo do mar, camarão, lula, polvo, caranguejo, lagosta e outros. Sua barbicha o auxilia na caça, que é feita na maioria das vezes durante a noite. Vive em águas mornas desde a superficie até uma profundidade de 60 metros esse animal habita o fundo do mar. São oviparos e nasce 30 filhotes por cria, que são réplicas pequenas dos adultos.

O Tubarão-lixa é um dos mais populares tubarões no mundo. Eles dormem empilhados uns em cima dos outros chegando a formar pilhas de até 30 tubarões. Com pequenos dentes, mas extremamente poderosos, esses tubarões mal sentem, o sabor de suas vitimas, por que eles simplesmente esmagam elas. Esse tubarão é um dos mais estudados devido a sua fácíl adaptação em cativeiro. O record de um tubarão-lixa vivendo em cativeiro foi de 25 anos o que possibilitou o estudo de todos os seus hábitos assim como a reprodução.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Especial Tubarões - Parte 02 - Tubarão Azul (Blue Shark)

Tubarão Azul



Prionace glauca

Ordem: Carcharhiniformes

Os tubarões-azuis (“blue sharks”) estão entre os mais comuns e bem distribuídos, sendo normalmente vistos no alto-mar e, em certas ocasiões, em águas costeiras. Eles são famosos pela sua capacidade migratória. Há registros de alguns exemplares que nadaram milhares de quilômetros entre dois continentes em apenas alguns meses.

Os tubarões-azuis são peixes de pesca esportiva muito popular e alvos de muitos pescadores. Mas a verdadeira ameaça a eles vem dos barcos de pesca comercial, que podem apanhar cerca de 20 milhões de tubarões-azuis por ano, muitas vezes através das redes utilizadas para pescar outras espécies. Grande parte das barbatanas utilizadas nas famosas sopas de barbatanas vem desta espécie.

Tamanho máximo: 3,8 m

Distribuição:

Águas tropicais e temperadas do mundo inteiro, principalmente em mar aberto.

Dieta: 

Pequenos peixes com espinhas e lulas.

Reprodução: 

Vivíparos. Entre 20 e 50 crias por ninhada.

sábado, 5 de outubro de 2013

Especial Tubarões - Parte 01


Os tubarões fazem parte de uma família muito antiga de animais. Os primeiros existem cerca de 200 milhões de anos antes dos dinossauros sofreram muitas mudanças ao longo do tempo. 

Hoje existem aproximadamente 375 espécies de tubarões pelo mundo. Os tubarões são peixes valiosos, pois desempenham um papel crucial na limpeza dos oceanos, tragando animais mortos e refugos.

Os tubarões são os animais mais capacitados sensorialmente. Tem uma capacidade incrível de perceber estímulos de todos os tipos, sendo capaz de perceber uma gota de sangue em um milhão e meio de gotas de água a uma distância de 30 metros. O olfato é fantástico, e a sua audição e a linha unilateral estão ligadas e funcionam como radares para perceber vibrações na água. São dotados de uma espécie de sensores elétricos e por isso consegue perceber a sua presa através dos impulsos elétricos. São carnívoros tendo em sua dieta composta de peixes, crustáceos, lulas, polvos, tartarugas, raias e outros cações. Habitam as águas costeiras e oceânicas, desde a superfície ao fundo em quase todos os oceanos e mares. Podem viver até 80 anos.

Em geral, preferem águas mornas o que os faz nadar em direção as praias. Ao contrario do que se pensa, os tubarões não gostam de carne humana, mas sim os confundem com suas presas e por isso atacam. Dentre as 375 espécies existentes, cerca de 30 já atacaram os seres humanos, e desses 30 apenas 5 são considerados os mais perigosos. São eles:

Tubarão Branco

Tubarão Tigre

Tubarão Cabeça-chata

Tubarão Galha preta

Tubarão Mangona

No Brasil existem cerca de 80 espécies, dentre eles o tubarão branco, um dos mais raros.
As principais espécies encontradas no Brasil são:

Tubarão Azul
Tubarão Baleia
Tubarão Cabeça-chata

Tubarão Galha Preta
Tubarão Lixa
Tubarão Mako cavala
Tubarão Martelo
Tubarão Raposa
Tubarão Tigre
Tubarão Branco


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Usinas provocaram a maior mortandade de peixes de toda a história da Amazônia

Usinas provocaram a maior mortandade de peixes de toda a história da Amazônia

Em outros anos, nessa mesma época, o fenômeno da piracema era a certeza da mesa do pobre farta de peixes de todas as espécies, e a preços acessíveis. Hoje, o rio Madeira está morto para a pesca profissional. “As obras de construção das usinas de Santo Antônio e Jirau impediram a penetração dos cardumes. Sem a piracema, não haverá mais a desova dos peixes que sobem o rio para gerar o alevinos e, com isso, desapareceram o pescado nativo”, lamenta o presidente do Sindicato dos Pescadores do Estado de Rondônia (Sinpesro), Valter Canuto, que já cumpriu sua parte, impetrando uma Ação Cível Pública, a fim de sejam revistas e reavaliadas as questões dos pescadores, “que enfrentam dificuldades por não saberem fazer outra coisa, pois passaram a vida toda alimentando a população de Porto Velho e, no momento, vivem à mercê da própria sorte, sem qualquer valorização e reconhecimento pelos autoridades competentes”.

A preocupação de Canuto reside no fato de que centenas de pescadores, hoje, estão desempregados, enfrentando serias dificuldades. “O Sinpesro está preocupado também com o descaso das autoridades para com os problemas dessas famílias tradicionais. Todos os pescadores querem urgência sobre a divulgação do resultado da Ação Cível Pública, impetrada pelo Sindicato, exigindo o pagamento de dois salários mínimos para cada pescador profissional, por tempo indeterminado”, defende o sindicalista, lembrando que as medidas mitigatórias não estão compensando os danos ambientais provocados pelo Consórcio de empresas responsável pela execução das obras do Complexo Hidrelétrico do Madeira.

Filiado à Força Sindical, o Sinpesro defende a urgente necessidade de que ao pescadores sejam ressarcidos financeiramente dos prejuízos causados pela mortandade de peixes do rio Madeira.Caso contrario, só uma CPI para desvendar o enigma em que se transformou o setor pesqueiro de Porto Velho. “Acabaram com a biodiversidade de nossa fauna aquática”, lamenta o presidente do Sinpesro.

“A União faz a força; junte-se a nós”, apela Canuto, conclamando a população de Porto Velho a desencadear uma verdadeira cruzada para que seja reparada a degradação ambiental provocada pela construção das usinas. Isto porque, quando ainda existiam os chamados peixes nativos (ou seja, nascidos e criados na Bacia hidrográfica do rio Madeira, através do natural fenômeno da piracema), a população de baixa renda obtinha o pescado a preços mais acessíveis do que a carne bovina, quando, atualmente, ocorre o contrário: o peixe é mais caro do que a carne de gado, vendida nos açougues, mercados e supermercados da Capital rondoniense. “Hoje, só existem peixes de cativeiro. Os peixes nativos são importados do amazonas. Existe, na Amazônia, uma variedade incomparável de peixes, provavelmente centenas de espécies no total.


Sexta-Feira, 20 de Setembro de 2013 / 10:46 - Atualizado em Sexta-Feira, 20 de Setembro de 13 / 10:59

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Peixe galo / Atlantic moonfish (Selene setapinnis)



Descrição

Dorso azul esverdeado com flanco prateado e ventre esbranquiçado. Possui uma pequena mancha escura na parte superior do opérculo e outra no pedúnculo caudal. Corpo alto e comprimido lateralmente. Medidas máximas: 60,0 cm de comprimento e 4,6 kg.

Vivem perto da costa, nadando a meia água ou próximo do fundo. Formam pequenos cardumes. Se alimentam de pequenos peixes e crustáceos.
Mais nomes populares : Aracorana, Doutor, Galinho, Galo branco, Galo da costa, Galo de rebanho, Galo do morro, Galo verdadeiro e Galo.

Lugares

Ocorre na costa do Atlântico ocidental, é comum em todo litoral brasileiro. ocorre no Atlântico Ocidental, desde o Canadá à Argentina.

Métodos

Devemos pesca-lo em estuários, praias e baías abertas. Pode ser encontrado de passagem, em costões e próximo a piers e a outras estruturas. 

Iscas

peixes, crustáceos e moluscos.