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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Nova isca - LIVE TARGET BAITBALL

Boa noite pessoal,

Essa semana ganhei um leilão no ebay de uma isca de pesca diferente, o nome da Isca é LIVE TARGET BAITBALL, nunca tinha visto uma isca assim, e procurei aqui no Brasil, mas no único site que achei estava R$ 200,00 , este leilão que ganhei comprei por R$ 13,20 , porem demora mais de 20 dias para chegar, quando chegar irei tentar pegar uns robalos (Snook), e posto os resultados, sejam negativos ou positivos.

Segue a isca para vocês analisarem.


Comprei esta
Estes são as variedades, se der certo,
comprarei a cinza também



Achei interessante por ser uma isca que simula o nado de um cardume de manjubas, estou ansioso para testar está isca.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pesca de Corrico


A Pesca de Corrico é uma modalidade muito praticada por pescadores esportivos em alto mar ou próximo da costa. Também chamada de pesca horizontal, a prática consiste em rebocar, na popa de barcos, iscas naturais ou artificiais. Elas atraem os predadores marinhos próximos da superfície como atuns, barracudas, sororocas e dourados.

Em embarcações com tamanho de até 26 pés, a Pesca de Corrico pode ser com no máximo seis linhas na água e os mais experientes corricam com até 10 linhas. Para pescadores iniciantes, o ideal é entre duas e quatro linhas. Isso evita que elas se enrosquem.

Na Pesca de Corrico, utilizam-se carretilhas com linhas de multifilamento ou de monofilamento. A experiência do pescador também é fundamental para ajustar corretamente o freio da carretilha. Recomenda-se usar o valor de ¼ da resistência da linha. Por exemplo, se a linha é de 20 kg, o freio deve ter 5kg.


Outra dica para a pesca de Corrico é usar um safa varas. A cordinha que prende o equipamento ao barco é muito útil para evitar uma queda dos equipamentos. Os equipamentos para afastar as linhas da embarcação, os outriggers, também são indicados para facilitar na hora de espalhar as linhas e manter as distâncias entre elas.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Desenvolvimento da Pesca Amadora




Em virtude do grande potencial hidrográfico e de diversidades de espécies do Brasil, foi criado pelos ministérios do Esporte e Turismo (Embratur) e o Ministério do Meio Ambiente (Ibama) o Programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora (PNDPA). A iniciativa tem como objetivo transformar a atividade de pesca amadora em mecanismo de desenvolvimento econômico, social e de conservação ambiental.

O PNDPA recebe apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Projeto Pesca Amadora. Os estados e municípios com potenciais reservas de pesca amadora são parceiros do programa.

No intuito de fortalecer a pesca amadora como atividade relevante para o turismo, comércio e a indústria, além da conservação do meio ambiente, cultura e tradições locais, as ações do PNDPA são realizadas com a colaboração dos pescadores amadores, das populações ribeirinhas e costeiras, de empresas privadas, universidades e institutos de pesquisa, organizações do governo, ONGs e outros parceiros.

Principais ações do Programa

-Capacitação da população ribeirinha como guia de pescas

-Prospecção de novas áreas para pesca amadora

-Captação de recursos e investidores para o desenvolvimento do setor

-Promoção de pesquisas para melhor conhecimento da ecologia dos peixes esportivos

-Realização de feiras e torneios de pesca amadora

-Divulgação da importância da Licença para Pesca Amadora

-Educação ambiental


-Fomentar o turismo internacional e inter-regional.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Perigos na Pesca

Perigos na Pesca

Como passatempo ao ar livre é uma excelente forma de diminuir a ansiedade do dia-a-dia, no entanto, o não cumprimento de algumas regras básicas de segurança comprometem muitas vezes um dia bem passado. Regularmente aparecem notícias sobre acidentes, muitos deles podem ser evitados se algumas regras de segurança forem adotadas. 

Uma grande quantidade de acidentes devem-se ao facto de o pescador negligenciar a sua segurança em detrimento da pescaria, escolhem locais pouco seguros que sabem ter peixe, esta incúria tem vitimado alguns pescadores com alguma experiência
REGRA OURO - A SEGURANÇA está sempre em primeiro lugar. Não leve peixe mas chegue a casa.

O Pesqueiro.


A mudança repentina das condições atmosféricas pode fazer com que uma pescaria termine, verifique se o local permite uma saída rápida e em segurança no caso das condições se alterarem. As marés e o vento podem ser autênticas surpresas para um pescador menos experiente. Defina antecipadamente escapatórias de fuga a partir do local.

Na pesca noturna, o pescador muitas vezes perde a noção da altura do local, nunca perca consciência da diferença entre o local e a água, utilize objetos de separação que evitem a perda de percepção.

Se a pesca for noturna, certifique-se que tem iluminação suficiente.
Em pesca em rios e albufeiras, verifique se o local não é propicio a desmoronamentos.
Verifique sempre se existem linhas de ALTA-TENSÂO próximas, a negligência deste fator tem produzido alguns acidentes com pescadores experientes.
Verifique se os lançamentos e a pesca não afetam pessoas ou objetos próximos.

O Vestuário

É fundamental que o vestuário ofereça proteção ao pescador, não só do frio, mas também dos pequenos acidentes.
Use calçado não escorregadio, existe calçado próprio para pesca se o pesqueiro é escorregadio este fator é de especial importância;

Evite usar vestuário onde os aparelhos de pesca tenham possibilidade de se prender;

Use óculos e chapéu (evitando possibilidade de acidentes com anzóis ficarem presos nos olhos ou na face);

Use vestuário leve, se por acidente cair na água, não interfira com a necessidade de nadar.

Condições Meteorológicas

Nunca pescar durante trovoadas.
Verifique se a ondulação não o põe em risco ( a agitação marítima pode alterar-se)
Verifique se a subida da maré não o deixa sem possibilidade de fuga.

Recuperação de Material

Muitos acidentes devem-se a tentativas de recuperação de material que ficou preso, não ponha em risco a sua integridade física para recuperar um anzol. leve material que permita a perda, corte a linha se necessário.

Peixes Perigosos

Alguns peixes podem ter conseqüências directas e dolorosas, tente conhecer as formas de lidar com as espécies mais perigosas, um pequeno peixe aranha pode transformar o seu dia de lazer num dia de agonia.

Anzóis

O acidente mais comum é provocado pelo lançamento ou recuperação, os anzóis ficam presos nos dedos, nos braços, nas pernas, nunca perca a noção que embora o perigo seja reduzido é incomodo e algumas vezes doloroso um anzol num dedo ou num braço, saliente-se que muitas vezes se perde a noção do espaço envolvente criando acidentes de maior dimensão (quedas das rochas, etc etc)

A maior parte destes acidentes podem ser evitados se não deixar-mos o senso comum de lado, pesque com segurança e divirta-se

Sol


Um dia de pesca sem proteção solar pode tornar os dias seguintes um tormento. Devem ser tomados cuidados em relação à exposição. A pesca embarcada, em que a reflexão solar na água é elevada, exige só por si uma cuidado ainda maior. Utilize vestuário com elevada cobertura corporal de cor clara, utilize protetor solar com fatores de proteção elevados, coloque o protetor ao longo do dia, utilize óculos escuros, não esqueça o boné ou chapéu de pescador. Em dias de elevada temperatura, consuma bastantes líquidos, evite líquidos com elevados teores de açúcar.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Glossário do Pescador


Água Azul – Tonalidade de água que identifica a corrente do Brasil. Ali se encontram as espécies marinhas mais esportivas, como Dourados, Marlins, Albacoras, Atuns etc. Entre outubro e março, dependendo da posição geográfica, essa corrente se aproxima da costa, ficando em alguns casos a apenas 10 ou 15 km do litoral, como no Nordeste. No Sul e Sudeste a distância varia entre 50 a 100 km. O azul é escuro é escuro profundo, facilmente identificável.

Alevino – São os filhotes dos peixes logo após a desova ou eclosão dos ovos. Forma embrionária dos peixes.

Alto-mar – também chamado mar aberto ou mar alto. É a parte do mar mais afastada do litoral, às vezes fora das águas territoriais. Porém, dependendo da posição geográfica, o alto-mar pode começar apenas alguns quilômetros da costa.

Anzol – Artefato de metal que cumpre a função específica de fisgar o peixe. A Mustad, um dos maiores fabricantes de anzóis em todo o mundo, produz mais de 18 mil modelos diferentes, para todos os tipos de peixes e pescarias. Os anzóis podem ser simples, duplos ou triplos (veja gratéias).

Anzol chapinha – É um tipo especial de anzol onde o orifício da parte superior é substituído por um simples achatamento da própria haste do anzol. Trata-se de um anzol mais resistente, porque passa por uma operação a menos no seu processo de fabricação. Deve ser amarrado de maneira especial.

Arroz cozido – É usado para a pesca de vários tipos de peixe. Deve ser cozido apenas na água, sem qualquer tipo de tempo. Deve-se colocar no anzol o grão isoladamente.

Batatinha-do-mar – Crustáceo muito comum em todo litoral brasileiro, normalmente encontrado nas pedras de costões. Uma das melhores iscas para se pescar no próprio local onde é encontrada.

Barbela – Saliência em forma de cunha existente na parte dianteira dos plugs de meia-água e de produndidade. Seu tamanho, inclinação é que formato é de determinam a ação da isca dentro da água.

Bóia – Artefatos de cortiça, isopor, plástico, madeira ou outros materiais, que serve para manter isca na superfície (ou à profundidade que se deseja), servindo ainda de aviso quando o peixe ataca a isca.

Caranguejo – Crustáceo muito comum no litoral brasileiro. Tanto pode ser encontrado nos mangues, como nas pedras ou mesmo nas praias. Serve como isca pra vários tipos de peixe.

Carnívoro – São chamados peixes predadores. Peixes que se alimentam de outros peixes.

Carretilha – Equipamento de pesca que cumpre a função específica de tracionar a linha, permitindo o recolhimento do peixe quando fisgado. Função que é desempenhada também pelo molinete. Na carretilha, porém, a capacidade de tração é maior. Em compensação, até que se adquira a prática suficiente, manejo d carretilha é mais difícil que o do molinete. É muito usada no Sul do Brasil e recomendada para a pesca pesada.

Chumbada – Basicamente existem três tipos de chumbada, usadas de acordo com a pesca que se está praticando
- Pesca de rio: chumbada tipo oliva.
- Pesca de praia: chumbada tipo pirâmide.
- Pesca de costão: chumbada tipo gota ou pingo d’água.
- Chumbada oliva, solta na linha, deve ser usada em água-doce ou no mar, quando se pesca com linha curta.
- Chumbada pirâmide é usada na pesca de praia. Por causa do seu formato, ela se fixa na areia, não permitindo que as ondas arrastem a isca de volta à praia. Existem ainda variação de chumbada utilizadas pesca de praia, como aranha, garra, cogumelo etc.
- Chumbada gota é utilizada na pesca de costões: quando recolhida pela hidrodinâmica, ela sobe mais rápido, evitando o enrosco de pedras (o recolhimento caso deve ser rápido e contínuo). Colher e moeda são outros tipos de chumbada para costão.

Colher – Artefato de metal confeccionado com um só anzol ou gratéia, de vários formatos e cores. Usa-se principalmente para a pesca de corrico, tanto no mar quanto em água-doce: a colher (geralmente cromada) imita os movimentos de pequenos peixes, atraindo peixes maiores.

Coquinho – Pequenos frutos de várias tipos de coqueiros, que se tornam excelentes iscas para várias espécies de peixes como (Pacu, Jatuarana, Tambaqui, etc.), principalmente na época das cheias.

Corixo – Pequenos rios que se formam com a vazão das águas das cheias ou pequenas nascentes. Termo muito usado no Pantanal.

Corrico – Modalidade de pesca feita com o barco em movimento. Pode ser praticada tanto no mar quanto em água-doce. Normalmente são usadas iscas artificiais (principalmente plugs e colheres), mas também pode ser usada isca natural.

Corrupto – Crustáceo encontrado praticamente em todas as praias do litoral brasileiro. É apanhado principalmente no horário das marés baixas: o que denuncia sua presença são pequenos furos na areia molhada da praia. Costuma se retirado com ima espécie de bomba de sucção.

Costões – São formações de pedra que margeiam o litoral ou mesmo as ilhas. Os melhores costões para pesca são aqueles ricos em organismos vivos, como cracas, mariscos, ostras, etc.

Empate – Terminação de nylon (normalmente mais forte do que a linha que está sendo usada), que serve para guarnecer os anzóis ou iscas artificiais. Pode ser feito também em arame de aço.
Encastoado – O mesmo que empate, porém feito exclusivamente com arame para fisgar peixes providos de dentes afiados.

Figos – Pequeno frutos normalmente encontrados à beira de rios ou represas, servindo de alimento e de excelente isca para vária espécies de peixes.

Fly – Uma das mais antigas modalidades de pesca em todo mundo. Usa-se vara e carretilha especiais e iscas, na maioria das vezas, imitando pequenos insetos. Ao contrário do arremesso com carretilha ou molinete tradicionais (em que se usa o peso da isca e da chumbada), na modalidade de fly utiliza-se apenas o peso da própria linha.

Gafanhoto – Inseto muito usado na pesca de várias espécies de peixe. Usa-se com linha curta, sem chumbo, mantendo-se a isca na superfície da água.

Garatéia – Tipo de anzol com duas ou três pontas, usado com iscas naturais ou artificiais. A legislação proíbe o seu uso na chamada “pesca de lambada”, que consiste no arremesso de linha no meio do um cardume – prática considerada anti-esportiva e criminosa.

Guaiá – Espécie de caranguejo comum no litoral brasileiro, tendo como habitat principal as fendas pedras nos costões.

Iça – Isento voador muito comum no início da primavera. Pertence à família das saúvas e é das formigueiros que sai na primavera (servindo até de alimento em algumas regiões do Brasil). Costuma-se utilizá-lo como isca para diversas espécies de peixe de água-doce: deve ser iscado com linha curta, sem chumbada, permanecendo na superfície da água.

Igarapé – O mesmo que corixo. O termo, porém, só é usado na Bacia Amazônica.

Jenipapo – Fruta muito comum em todo território brasileiro. Na beira de rio, é excelente ceva ou isca para diversas espécies de peixe. Dependendo do tamanho, pode ser iscado inteiro ou em pedaço.

Jigg – Anzóis guarnecidos com chumbo, cerdas ou penas, classificados na categoria de isca artificiais. Recebe também o nome de boneca, vassourinha ou peninha.

Laranjinha – Fruta da região Centro-Oeste do Brasil. Assemelha-se a uma pequena laranja, inclusive no cheiro. Atinge no máximo 4 cm de diâmetro e deve ser usada (inteira ou em pedaço) quando madura fica amarela. Ótima para a pesca do Pacu.

Linha – São vários dos tipos, diâmetros e cores de linha. Na pesca, o mono-ilametno de nylon é o mais usado. Existem ainda linhas feitas de tecido e metal. Houve tempo em que se usava até crina de cavalo.

Macarrãozinho – Tipo de isca muito usada na pesca de Lambari e outros peixes pequenos. É um produto industrializado nas lojas de pesca. Deve ser cozido só em água, sem tempero e passado no fubá.

Material Leve – Entende-se por material leve o equipamento de pesca composto por vara, molinete, carretilha, linha, chumbada e anzol de proporções pequenas – as menores do mercado. É o material que se usa para a pesca de espécies maiores, quando se objetiva uma pesca de alta esportividade, onde a perícia do pescador é colocada à prova.

Material Médio – Equipamento (vara, molinete, carretilha, linha, chumbada e anzóis) de tamanho intermediário, utilizado de acordo como o tamanho da espécie que se procura. Pode ser utilizado também, com esportividade para espécies maiores.

Material Pesado – É o material mais forte existente no mercado, utilizado para a pesca dos grandes peixes como Jaús, Marlins, Piraíbas, Meros, etc.

Melancia-do-Pacu – Fruta comum na região Centro-Oeste do Brasil. Como o nome sugere, assemelha-se a uma melancia, tendo porém o diâmetro menor que um tomate. Pode ser usada inteira ou em pedaço e, como o próprio nome diz, é excelente para a pesca do Pacu (principalmente com barco apoitado).

Minhoca Artificial – Artefatos de plásticos, de várias cores, imitando as minhocas. Trata-se da melhor isca para a pesca do Balk-bass, na modalidade de fundo. Há notícias de Tucunarés e Robalos fisgados com esse tipo de isca.

Molinete – Equipamento de pesca de origem francesa, que cumpre a função de tracionar a linha, como a carretilha. É preferido pela maioria dos pescadores devido a facilidade de sei manuseio

Muçum – Também conhecido por Moçorongo ( ou Muçurungo), este peixe tem respiração pulmonar e, por isso, é capaz de resistir por longos períodos fora da água. Muito usado como pesca no Pantanal, e também , no litoral. Outros sinônimos: Amboré, Amoré, Emboré, Enguia, Peixe-cobra, Pirambóia.

Ocelo – Mancha arredondada, em forma de olho, que aparece em várias espécies de peixe. A mais conhecida é a que caracteriza o Tucunaré (aparecendo ao lado da nadadeira caudal).

Ovíparo – É o peixe que pões ovos e que se reproduz por meio de ovas. Contrário de vivíparos (que as reproduzem através do desenvolvimento do embrião dentro do organismo materno).
Ovovivíparos – É o peixe cujo ovo é incubado dentro do organismo materno, embora sem se nutrir desse organismo.

Parcel – Formação de rochas marítimas, parcialmente submersas ou não. Geralmente locais apropriados para pesca de várias espécies de peixe.

Plug – Iscas artificiais em formatos diversos imitando pequenos peixes. Podem ser de madeira, plástico ou outros materiais. Com barbela ou não podem ser trabalhados na superfície, meia-água ou profundidade.


Pendúnculo – Parte do corpo do peixe , geralmente mais estreita, que liga a nadadeira caudal ao corpo propriamente dito.

Pitu – Espécie de camarão de água-doce. Ocorre em todo o Brasil, sendo mais encontrado em águas próximas do litoral. Excelente isca.

Saguaritá – Espécie de caramujo, de coloração amarela-esverdeada, encontrada nos costões marítimos. Excelente isca para diversas espécies de peixe. É preciso quebrar sua casca dura e resistente, podendo ser iscado inteiro ou em pedaço.

Sarnabi – Molusco encontrado no litoral brasileiro, principalmente no Sul. Vive nas praias, enterrado na areia, sendo encontrado até 20 cm de profundidade. Serve de isca para várias espécies marinhas.

Siri – Crustáceo muito comum no litoral brasileiro, utilizado como isca para várias espécies de peixe. Na hora do manuseio deve-se tomar cuiddo com sas garras capazes de provocar ferimentos.

Siriri – Também conhecido por sabitu, iç-bitu ou vitu, é um inseto muito comum na primavera, sendo atraído por qualquer tipo de luz, Corresponde ao macho dos iças.

Spinner – Isca artificial provida de anzol simples ou garatéia. Trata-se de uma pequena colher que, pela ação da água, gira em torno de um eixo, atraindo os peixes. Pode ser guarnecida por penas ou cerdas em várias cores.

Tatuíra – Também chamada por tatuzinho. É um crustáceo encontrado somente nas praias. Assemelha-se a um pequeno besouro, de cor cinza. Aparece na areia com a movimentação da ondas. Excelente para a pesca de peixes de praia

Tucum – Espécie de coquinho encontrado, em várias regiões do Brasil. No Pantanal, durante as cheia, é a melhor isca para o Pacu (principalmente na modalidade de batida). De preferência, deve ser iscado verde e inteiro (quando maduro tem cor arroxeada. Deve-se tomar cuidado no momento de apanhá-lo no pé, uma vez que a palmeira é protegida por muitos espinhos.

Vivíparo – É o peixe que se reproduz desenvolvendo o embrião do alevino dentro do organismo materno. Contrário do ovíparo, que se reproduz através de ovos.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Lambari - Parte 02 - técnica com molinete e pesca de fundo


Bom amigos os nossos amigos Lambaris todos vocês já conhecem inclusive o Primeiro Post do blog é sobre Lambaris, então agora só irei passar mais uma técnica que usei no sábado. a pesca de Fundo para Lambaris.

Amigos vou postar inclusive a foto do Dueto que fiz com os lambaris, a isca que estava utilizando era a Massinha Amarela (tem o passo a passo de preparo da mesma no blog também. e também minhoca.

o sistema é um chumbinho em uma extremidade da linha com 2 anzóis um pouco acima. Vou dar um jeito de fazer um vídeo para explicar o sistema até o final da semana.



E inclusive tive o maior Lanbari do Dia nesse sistema o Lambari de Rabo Vermelho.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Chicotes para Praia


Chicotes para Praia

  • Em primeiro lugar é bom você ter tudo em mão o que vai precisar, tome nota:
  • Rotores de Engate Rápido (tamanhos variados);
  • Giradores (tamanhos variados);
  • Giradores de Pargueira Light (novidade no mercado, são excelentes para confeccionar os chicotes tanto para praia quanto costeiras, em alguns casos substituindo os rotores que são mais frágeis);
  • Presilhas (tamanhos variados);
  • Miçangas plásticas (pequenas);
  • Anzóis variados (Maruseigo, Cristais, Sodes, Akitas, Interprise, entre outros de sua preferência) – Tamanhos de acordo com os peixes;
  • Linha Monofilamento ou de Fluorcarbono (sempre brancas – transparentes);
  • Chumbos variados (pesos diferentes variando desde 20 gramas até 180 gramas e seus formatos – pirâmides, carambolas, gotas, moedas, entre outras).


A escolha da linha deve ser feita como a escolha dos anzóis, de acordo com o porte dos peixes. Seu diâmetro pode variar entre a linha principal (praia – 0,25mm a 0,60mm) pernadas (0,14mm até 0,50mm).

Na linha principal, amarre seu girador (é nele que vai ser amarrado a linha que vem do molinete ou carretilha). Com um espaço de mais ou menos uns 30cm, colocaremos o primeiro rotor de engate rápido. Faça um nó de correr (basculante) e coloque as miçangas para que o rotor não tenha contato direto com o nó (o rotor ficará livre pelo auxilio das miçangas e poderá ser ajustado sua distância devido os nós de correr).

Pronto, de um espaço de mais ou menos uns 60cm até 1 metro (dependendo da praia) e coloque o outro rotor do mesmo jeito (desta maneira teremos um chicote com duas pernadas – dois anzóis – podendo pescar em profundidades diferentes no mesmo chicote).

Termine seu chicote com um girador pequeno e uma presilha (onde será colocado seu chumbo e também para facilitar a troca, por um mais leve ou mais pesado – de acordo com a correnteza  influência da maré e distância que busca seus arremessos).

Prontinho, vamos agora para as pernadas (linha que vai do rotor até o anzol), ela deve ter comprimento de acordo com o mar, (mais agitado – pernadas mais longas costumam pescar melhor por enroscarem menos do que as curtas – menos agitado pode se usar as mais curtas) seu tamanho pode variar de 20cm até um 1 metro ou mais!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Modalidades de Pesca

FLY















Uma das modalidades mais antigas, deve seu nome (fly em inglês significa mosca) às iscas, que imitam insetos. Essas iscas são confeccionadas artesanalmente com materiais como pêlos, penas, fios de plástico e linhas de costura. O equipamento de fly é inconfundível: compõe-se de uma vara comprida e flexível, uma carretilha que parece uma bobina comum e uma linha grossa e comprida.

A linha é a responsável pelo arremesso, uma vez que as iscas são leves. Ela vai sendo solta por meio de golpes da vara no ar, ato que ganhou o apelido de “chicotear”.

Conhecido como técnica de grande eficiência na pesca de várias espécies de peixes, o fly ainda é pouco difundido.

Pesca de Praia (Surf Fishing)








Praticadas em geral com varas compridas (entre 2,5 e 5 m) e linha fina, para que a isca seja menos arrastada pela ação das ondas e atinja uma maior distância. Pode ser realizada em praias de tombo (fundas desde o início), ou em praias rasas, com perfil mais suave, em que a profundidade aumenta lentamente. Nesse caso os arremessos devem ser longos ou visar canais (locais mais profundos nas arrebentação), que são denunciados pela ausência de espuma. Às vezes é preciso entrar na água. Alguns veteranos dessa modalidade se tornam verdadeiros inventores de técnicas e equipamentos. Os fios para amarrar iscas (elastricô) e o carrinho de praia são exemplos disso. Uma variante desse estilo é a pescaria em que se entra no mar até a altura da cintura, ou do peito, usando vara de bambu ou telescópica, numa pesca que poderíamos chamar de recreativa.
Pesca de Barranco (Fishing on Steep Margins)








Nesse estilo se encontram alguns dos mais tarimbados pescadores, amigos de longa data do rio ou represa de sua cidade. O apego deles pro se “ranchão” favorito demonstra a importância que tem a escolha do lugar ideal.
Os equipamentos indicados são diversos: varas com molinete ou carretilha, caniço simples de bambu, linha de mão. Um artifício que pode melhorar o rendimento da pescaria é a ceva mensal ou semanal. Deixa-se algum tipo de alimento (milho seco ou verde, mandioca, massa ou ração) para acostumar os peixes a comer no mesmo local. Talvez esse tipo de pescador tenha sido o mais prejudicado pela poluição e devastação, o que torna cada vez mais distantes os bons pratos de pesca.


Oceânica (Ocean)







Modalidade em que costumam ser usados barcos com motores potentes e equipamentos caros. Nela são enfrentados alguns dos maiores desafios da pesca esportiva, como os Atuns e os peixes de bico (animais que podem chegar a mais de 600 kg). Realizada nas chamadas correntes do mar azul, de águas quentes e transparentes, ricas em pequenos peixes.
Aqui é fundamental a presença de alguém que tenha conhecimento em marinharia. A captura de um peixe exige um bom trabalho em equipe. A pesca é feita com o barco em movimento (corrico), o que é mais comum. Os peixes de bico podem ser pescados com equipamentos de fly e na pesca com iscas artificiais.

Rodada (Dead Drift)

Estilo em que se vai “atrás” do peixe. Deixa-se o barco descer o rio ao sabor da correnteza, enquanto a isca é arrastada junto ao fundo.

Conhecido da maioria dos frequentadores do Pantanal e pescadores de Robalo, a rodada é apontada como pescaria de silêncio e tranquilidade. Originalmente usavam-se varas de bambu com linha grossa. Hoje também é praticada com carretilha ou molinete.

Uma variante desta modalidade é a batida,que usa varas de bambu preferencialmente: o barco desce próximo à margem, amparado pelos remos, ou com motor elétrico, e o pescador vai batendo a isca na água, como se fosse uma frutinha caindo, para atrair o peixe.

Corrico (Trolling)

Nessa modalidade o barco permanece em movimento, com o motor ligado. A isca, que pode ser natural de pequenos peixes ou artificial como os plugs de meia água e jigs, é solta na água até 20, 30, 50, ou mais metros de distância e então é arrastada em baixa velocidade. A movimentação produzida nas iscas dá impressão de que ela está viva.
As varas utilidadas são curtas (cerca de 1,8 a 2,5 m, em média) e reforçadas. As linhas são relativamente grossas. Nesse tipo de pesca geralmente se dá preferência às carretilhas.
Arremesso com Isca Artificiais (Casting with Artificial Baits)

Modalidade bastante técnica, que vem ganhando muitos adeptos no País (nos EUA e outros países já e muito praticada). Exige muita observação a respeito dos hábitos das espécies visadas, porque é a partir disso que se tentará capturá-las. Movimentando-se a isca (que pode ser feita de penas, metal, plástico, madeira, etc.) de modo a trabalhá-la dando impressão semelhante de um possível alimento do peixe predador. Esse alimento pode ser um outro peixe, um sapo, uma pequena cobra. A isca poderá simular estar fugindo, ferida, se alimentando ou simplesmente nadando.

Os tipos mais comuns de iscas artificiais são os plugs (de madeira, plástico ou metal), que imitam peixinhos; os jigs (peças de chumbo com um anzol preso e um penacho de penas ou tiras de plástico); as colheres (cujo nome advém de seu formato); e os spinners (constituídos de uma haste metálica que prende uma pequena colher giratória). Nesse estilo é essencial a precisão dos arremessos. A linha fina, além de ser melhor para “trabalhar” a isca, dá maior esportividade e chances para o peixe.



Conservação e Qualidade


A pescaria foi boa, e pretende armazenar os peixes capturados para serem consumidos  posteriormente?! Abaixo seguem dicas úteis para que estes peixes durem o máximo de tempo frescos.


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Conservando um Peixe Fresco

Um peixe recém-capturado resistirá melhor se deixarmos suas escamas e o muco que as envolve íntegros e retirarmos todas as vísceras. Independente do gelo para conservação. Para um bom congelamento, o peixe deverá ser completamente limpo um pouco antes. O método de captura exerce grande influência na deterioração do pescado. Em geral, os peixes capturados com anzol ou arpão resistem mais tempo, enquanto aqueles capturados com o uso de determinadas redes de pesca resistem menos tempo, devido, principalmente, ao longo tempo de permanência na água (o pescador costuma deixar sua rede na tarde de um dia e recolhê-la na manhã do outro dia). Além disso, uma demorada exposição ao sol propicia a rápida deterioração, especialmente para aqueles peixes que vivem no fundo ou próximo dele (com a coloração mais escura).

alvohot1.jpg

A Qualidade da Carne de Peixe

A carne do peixe fresco é considerada uma das melhores no tocante à facilidade de digestão e valor nutritivo. Com relação ao sabor e qualidade de sua carne, o que influi diretamente em seu preço no mercado, os peixes podem ser divididos em quatro grupos básicos, relacionados a seguir.

peixefrito.jpg

1a Linha: Abrótea, Badejo, Cherne, Linguado, Merluza, Namorado e Robalo.
2a Linha: Albacora, Atum, Cioba, Dourado, Enchova, Espadarte, Garoupa, Marlim, Mero, Michole, Pargo, Pescada, Sargo-de-dente, Tira-vira, Trilha e Viola.
3a Linha: Batata, Baúna, Bicuda, Bujupirá, Bonito, Cação, Caranha, Cavala, Corvina, Goete, Olhete, Olho-de-boi, Olho-de-cão, Pampo, Pescadinha, Pirá, Piraúna, Raia, Sargo-de-beiço, Sernambiguara, Serra, Sororoca, Tainha, Vermelho, Xaréu, Xerelete e Xixarro.
4a Linha: Bagre, Baiacu, Carapicu, Cavalinha, Coco-roca, Congro, Galo, Espada, Manjuba, Moréia, Parati, Peixe-porco, Pirangica, Sardinha e Ubarana.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Criação de pirarucu em cativeiro garante sustentabilidade



O pirarucu, um dos símbolos da bacia amazônica e o maior peixe escamado de água doce do mundo, é também a maior fonte de renda de grande parte das famílias ribeirinhas da Região Norte do país. No entanto, a pesca  extrativista vem reduzindo fortemente os estoques naturais desse peixe. Para encontrar soluções sustentáveis que diminuam o impacto ambiental e gerem mais renda para a comunidade, foi criado em 2007 um projeto cujo foco é descobrir melhores práticas de criação do pirarucu em cativeiro.

Trata-se do Projeto Integrado de Desenvolvimento do Pirarucu da Amazônia, realizado em seis estados do Norte do país (Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins). Sua proposta é buscar respostas como a melhor forma de engorda do peixe, o aumento de reprodução em cativeiro, formas de manejo, e até mesmo verificar como seria sua comercialização. O projeto de conhecimento e tecnologia vai desenvolver metodologias e manuais para facilitar o cultivo do peixe por produtores
interessados.

Em cada Estado foram montadas três unidades de criação do peixe, que servem para a observação dos pesquisadores. Em Rondônia, por exemplo, nas unidades que ficam em Pimenta Bueno, a 500 quilômetros da capital, Porto Velho, os resultados já começaram a aparecer. De três mil alevinos em cativeiro, a produção aumentou para 30 mil por safra, que vai de novembro a fevereiro.
O consultor do projeto, Martin Halverson, afirma que a parte mais complicada tem sido a reprodução dos peixes em cativeiro. Segundo ele, trata-se de uma espécie que forma casais para se reproduzir e, por isso, não dá para, em um primeiro momento, intervir aplicando hormônio para que o peixe desove, como é feito com muitas criações de outras espécies.
– Temos que respeitar a natureza do peixe e intervir para acelerar o processo. Estamos trabalhando como verdadeiros cupidos, formando os casais.
No quesito relacionado à engorda dos peixes, os resultados são satisfatórios. Nesse experimento são testadas diferentes rações. De acordo com o zootecnista e consultor do projeto, Jacob Kehdi, o pirarucu se alimenta normalmente de tilápia ou lambari.
– Nesse processo, o peixe cresce, mas são formados poucos indivíduos grandes. Com a ração, os resultados são mais positivos – destaca.
Ele exemplifica comparando as duas alimentações.
– Numa represa de 10 mil metros podemos ter, em um ano, dez peixes de 20 quilos se o pirarucu se alimentar de lambari. Mas, nesse mesmo espaço, se a alimentação for de ração, podemos ter 600 peixes de 10 quilos.
Da primeira unidade implantada naquele Estado foi feita uma despesca em novembro de 300 animais, para um festival gastronômico do pirarucu.
– O objetivo do evento é despertar e estimular o consumo e mostrar a variedade de pratos que podem ser criados com esse pescado regional – conta Roberta Figueiredo, coordenadora regional do projeto pelo Sebrae/RO.
Esse tipo de promoção do pirarucu também foi realizada em Roraima. Lá houve um curso de beneficiamento do pescado.
– Trabalhamos os diferentes tipos de corte, como costela, filé e medalhão. Também repassamos aos empresários como fazer subprodutos do peixe, como salsicha, empanados e pirarucu defumado – explica a técnica responsável pelo projeto nesse Estado, Itamira Soares.
Em Roraima também foi realizada uma oficina gastronômica com 42 pessoas, entre donos de restaurantes, hotéis e encarregados de cozinha.
– As pessoas só conheciam o pirarucu do extrativismo e por isso encontramos essa forma de divulgar o peixe criado em cativeiro, alimentado com ração e ecologicamente correto – diz Itamira.
Na oficina foram feitos carpaccio, medalhão, canelloni e lasanha de pirarucu.
– Foi uma forma de mostrar que é possível criar pratos simples com um peixe exótico.
A carne do pirarucu pode trazer bastante renda para o agronegócio da Região Amazônica, especialmente se a criação do peixe se dá com baixo custo e alta produtividade. O filé do peixe é vendido a R$ 25, o quilo. Bem lucrativo, perto do filé de tambaqui, outro peixe da região, que alcança R$ 6, o quilo. Pelo projeto, também é realizado um estudo de mercado. A idéia é ceder a carne do pirarucu para que chefes renomados tenham contato com o peixe criado em cativeiro e possam testá-la em diferentes pratos. O mesmo processo é feito com supermercados, para que avaliem se terão público para o peixe, se comprariam e que valor pagariam pelo produto. Esse trabalho ocorre em seis capitais do país: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belém e Curitiba.
O pirarucu destaca-se na culinária por ter carne saborosa e desprovida de espinhas. É uma espécie valorizada no mercado nacional e em países como Japão. O aproveitamento do peixe é grande. O rendimento médio de carne é de 57% do animal. Além disso, o rendimento de couro é de 10% do animal e pode ser empregado na produção de bolsas, sapatos e cintos.
Os estudos realizados nesse projeto serão concluídos em 2010.
– A partir daí possibilitaremos que muitos piscicultores tenham informações sobre as melhores formas de criação do pirarucu em cativeiro, como manejo, alimentação, reprodução e abate.
Teremos também dados sobre lucratividade e comercialização – destaca Roberta.
O coordenador nacional de projetos de Aqüicultura e Pesca do Sebrae Nacional, José Altamiro da Silva, ressalta que o projeto leva em consideração que a piscicultura se identifica com a cultura da população dos estados envolvidos.
– Por isso, é uma forma de introduzir essa atividade econômica nas comunidades ribeirinhas e do interior que dependem da pesca artesanal, que é sazonal e está cada vez mais decadente. Com os resultados das observações realizadas ao longo do desenvolvimento do projeto, será possível implantar uma atividade sustentável.
Para Altamiro, o desenvolvimento e ampliação de um sistema intensivo de produção de peixes, principalmente o pirarucu em cativeiro, podem mudar radicalmente a economia dos seis Estados envolvidos.
– Isso potencializa os resultados futuros do projeto, se atentarmos para o fato de que, com o domínio da tecnologia da reprodução do pirarucu em cativeiro, bem como com o aperfeiçoamento de ração específica para sua engorda, irá favorecer sobremaneira qualquer produtor que queira cultivar a espécie, uma vez que, além da tecnologia aprimorada, os custos com a aquisição de alevinos e ração deverão ser reduzidos.

Diferenças Molinete x Carretilha


E vamos lá amigos, e não me digam que nunca tiveram esta dúvida, porque todos já tiveram algum dia.

Nesta matéria vou mostrar um pouco sobre a diferença entre a carretilha e o molinete. A facilidade de um é o ponto fraco do outro e vice-versa.

Não existe o melhor ou o pior equipamento e sim aquele que se adequa para cada tipo de pescaria e para cada pescador.


Aos iniciantes na pesca é aconselhado o uso de molinetes por seu fácil manuseio e rápida regulagem. Já para os mais experientes a carretilha é um passo a mais, pois requer um pouco mais de conhecimento sobre o equipamento e de como regular cada item, freios, fricção entre outros.

Tendo total controle do uso de molinetes e arremessando corretamente o conjunto molinete/vara, o pescador já pode pensar em dar mais um passo na escala e comprar uma carretilha. No início parece um bicho de 7 cabeças, mas com calma e paciência fica fácil e naturalmente você usará seu equipamento  sem problemas.

Carretilhas ou Molinetes?

Pontos positivos e negativos de cada equipamento


Veja no quadro a seguir as vantagens e desvantagens entre a carretilha e o molinete.
Pontos positivos e negativos de cada equipamento

Pontos positivos e negativos de cada equipamento

O molinete não tem segredos e seu uso é simples. Já a carretilha requer um conhecimento maior.

A carretilha serve para armazenar a linha e auxiliar no arremesso e no recolhimento.

A preferência por esse tipo de equipamento se justifica pelo fato das carretilhas serem mais precisas nos arremessos que os molinetes, principalmente com iscas artificiais, permitindo ao pescador que coloque a isca exatamente no local desejado.

É muito importante que o conjunto vara/carretilha seja equilibrado, ou seja, que a vara seja adequada ao tipo, modelo e tamanho da carretilha.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Espada com bóia foguetinho


Pesca de espada com boia foguetinho























Muitos já sabem que a grande maioria dos pescadores vão atrás das espadas durante a noite e é muito fácil sabermos se tem pescador no costão ou não, pois as boias sinalizadoras indicam a presença deles. 

Essa bóia é muito boa para ser visualizada, mas para ser arremessada não apresenta uma boa aerodinâmica, então para inovar tentamos utilizar a famosa bóia foguetinho. 

Deu muito certo, melhoramos a distância do arremesso conseguindo atingir o canal, resultando em boas ações, então, vamos relatar aqui mais esta nova invenção. 

É bem simples, utilizado por muitos em pesqueiro, primeiro passo, monte uma bóia de arremesso com peso de sua preferência e faça um chicote com cerca de 1,00 m, precisa ir tentando para ver a altura que o peixe esta batendo, amarre na ponta do chicote um snep. 

Em seguida pegue uma agulha ou alfinete, corte a cabeça e fixe-o na parte superior da bóia de cima para baixo para que sirva de suporte para o snep. 

Ainda na bóia com a ajuda do “enforca gato (presilhas de plástico) ” prenda um ou dois star lite (NEON 50 mm) no palito da bóia para ajudar na visualização. 

A isca a ser utilizada é a sardinha que será iscada no empate de aço “rígido”, o snep vai auxiliar na hora de retirar o empate de aço no momento que tivermos que colocar uma nova isca. 

Utilize apenas metade de uma sardinha (dependendo do tamanho), o elastricot ajuda para que a sardinha não escape no arremesso, o tamanho da isca facilitará que o arremesso seja mais longo. 

Próximo da sardinha coloque um néon pequeno (25mm) pois o espada é atraída pela luminosidade, outros peixes também poderão ser fisgados, o esquema ta pronto, boa sorte e boa pescaria. 

OBS: Pra quem gosta das boias Luminosas esta é uma boa opção, melhora e muito o arremesso e é tão eficaz quanto a boia redonda.