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domingo, 26 de novembro de 2023

Pesca de Traíra com Frog na água suja

Olá Pessoal


Conforme falei a 15 dias, estou postando videos novos no meu canal a cada 15 dias,


Se inscrevam: https://bit.ly/ADPesca


Essa semana foi o vídeo abaixo, para sempre acompanhar em primeira mão, Se inscrevam, curtam , comentem e compartilhem.




domingo, 12 de novembro de 2023

Pesca de Bagre em rio Cheio

 Boa noite pessoal


Conforme falei a 15 dias, estou postando videos novos no meu canal a cada 15 dias,


Se inscrevam: http://www.youtube.com/@ADPesca


Essa semana foi o vídeo abaixo:



Semana que vem algo mais prático...


Curtam, comentem, compartilhem


Bora para cima!

domingo, 29 de outubro de 2023

Canal sendo reativado - Dicas Quinzenais

 Olá pessoal, tudo bem?


Passando para informar a reativação do canal.


Estarei postando aqui para vocês a cada 15 dias um vídeo novo, bora lá.. curtam, comentem compartilhem!


O Vídeo dessa semana esta abaixo: 


Pesca - Como identificar a maré em Baías a noite


Pesca - Como identificar a maré em Baías


Att

domingo, 2 de abril de 2017

Carpas / Carp (Cyprinus carpio) - Parte 02

Diferença entre Carpa Hungara e Carpa Espelho

Carpa húngara ou carpa espelho? A maioria das pessoas faz confusão em relação a estas carpas, mas qual a diferença?

As duas são carpas húngaras! A diferença é que existe a húngara de escamas uniformes e a húngara de escamas falhadas.

Carpa húngara de escamas uniformes: é chamada de carpa comum, ela cresce muito, em pesqueiros pode atingir 35 kg e na natureza pode chegar á 60 kg principalmente na Europa. Imagem abaixo deste tipo de Húngara:




Carpa espelho é a carpa húngara de escamas falhadas: Esta Carpa não tem as escamas do mesmo tamanho, sendo que algumas escamas são exageradamente grandes. Veja na imagem abaixo:



As duas têm o corpo comprido e são bem semelhantes, são geralmente bem gordas e ambas são peixes de fundo, vivem revirando o fundo dos lagos em busca de alimento como, zooplânctons, minhocas, larvas de insetos e pequenos moluscos e também ração de peixe.

As duas têm origem asiática, mais precisamente da China, é comum em pesqueiros pegar carpas no inverno, isso porque elas toleram muito bem o frio, é comum vermos fotos de carpas húngaras enormes pescados em represas nos Estados Unidos e Europa.
Uma das características das carpas húngaras é que elas possuem a boca pequena, sem dentes e com barbilhões curtos, usados para tatear o fundo dos lagos em busca de alimento.


OBS: Pelo fato de ela ter a boca pequena e muito frágil, não use alicate para segurar a carpa ou para pesar, como ela é geralmente muito grande e pesada, sua boca não aguenta o peso do corpo, se usar alicate na boca da carpa, você vai machucar o peixe, podendo até rasgar sua boca.

terça-feira, 3 de maio de 2016

OBSERVAR A ÁGUA - OS RIOS

OBSERVAR A ÁGUA - OS RIOS

  Muitas vezes pensamos: O que acontece debaixo de água realmente? A capacidade de observar e interpretar a água pode melhorar bastante a porcentagem de êxito do  pescador. O fluxo superficial raramente é uniforme e zonas de turbulência ou áreas de águas mais calmas podem fornecer pistas sobre o que está acontecendo debaixo da água. Assim, poderíamos separar um rio em zonas:


  As espécies de peixes presentes num rio variam de zona para zona.

Zonas superiores: onde a água é mais transparente e flui rapidamente, transportando uma maior quantidade de oxigênio dissolvido (por causa dos choques com a massa de pedras e seixos existentes no leito do rio), encontram-se Matrinxãs e Dourados. O alimento é normalmente limitado, restringe-se a larvas de algumas espécies de insetos e camarões (para além de algumas criaturas terrestres que caem à água), por isso os peixes tendem a ser na maioria das vezes pequenos, porem aparecem os grandes para se alimentar destes menores.

Mais abaixo: onde o rio se torna mais fundo e o fluxo mais estável, os bancos de vegetação proporcionam um abrigo para os peixes e atraem a vida animal de que se alimentam. Isto, combinado com um fluxo menos turbulento, faz com que mais espécies estejam presentes, incluindo os bagres, a cachara, as carpas, e outros grandes peixes.

Última zona do curso: da maioria dos rios, o fluxo é lento, em particular no Verão. O leito é composto, normalmente, por lodo macio e limos e a vegetação cresce de forma abundante. O lodo e os limos estão muitas vezes suspensos, o que resulta numa visibilidade reduzida e num ambiente inadequado para espécies encontradas mais acima. Em seu lugar estão presentes peixes que preferem o fundo, mais tolerantes a uma água com baixos níveis de oxigênio dissolvido. Contam-se entre eles os bagres em geral, os pintados entre outros.

FLUXO DE ÁGUA
Estudando os diferentes modelos de fluxo de água, podemos aprender bastante sobre as características do mundo subaquático. Por exemplo, as rochas e a vegetação criam ondas em zonas de águas calmas, enquanto buracos profundos que contêm águas calmas onde os peixes buscam comida e abrigo parecem ser ligeiramente mais escuros do que a superfície que os rodeia.

VEGETAÇÃO DA MARGEM
Os peixes gostam de descansar por baixo das margens rebatidas e de árvores e plantas pendentes, que lhes fornecem sombra, proteção contra predadores como as garças (e os pescadores), e são uma fonte de insetos e outros alimentos.

ROCHAS E PEDRAS
Estas zonas são particularmente ricas em peixes, devido ao fato de que além de oferecer abrigo contra fortes correntes, normalmente produzem redemoinhos que arrastam alimentos. Peixes predadores são verdadeiros admiradores destas zonas porque constituem uma autêntica "dispensa" de alimentos.





OBSERVAR A ÁGUA - ÁGUAS PARADAS

OBSERVAR A ÁGUA - ÁGUAS PARADAS

  Este termo é utilizado para definir este amplo ambiente que pode ir desde um simples açude, à mais vasta represa ou lago.

  Cada tipo de água parada apresenta ao pescador um conjunto de problemas que têm de ser resolvidos se desejamos obter êxito. No entanto, dentro dessa diversidade, existem muitas características em comum e o conhecimento e experiência adquiridos num desses locais podem ser utilizados vantajosamente em outros com as mesmas características.
 Por exemplo, todos os lagos, barragens, açudes, etc., possuem baías, promontórios e margens superficiais, e em muitos casos os organismos invertebrados que vivem entre a vegetação e as espécies de peixes são os mesmos. As suas probabilidades de pescar com êxito aumentam se souber o que se passa debaixo dessa superfície aquática. A maioria das águas paradas nasce de uma forma natural, alimentada por fontes, ribeiros ou rios, e normalmente possui um ou mais rios que a alimentam.


A COR DA ÁGUA: este fator pode dar-nos inúmeras pistas sobre a população de peixes existentes num determinado local. Há medida que as águas paradas começam a aquecer em cada Primavera, minúsculos organismos vegetais, conhecidos como fitoplancton, começam a multiplicar-se a um a velocidade vertiginosa, transformando grandes extensões de água em planíces verdes, chegando muitas vezes a impedir a oxigenação das águas e provocando a morte de muitos peixes. Porem ótimos lugares para a pesca das traíras devido a se transformar em lugares de caça para as mesmas. O fitoplancton por sua vez, é o principal alimento do zooplancton. Este último inclui larvas de peixes e organismos animais simples tais como as dáfnias (pulgas de água). Ao produzir-se zooplancton em quantidade suficiente,  a água será mantida livre de fitoplancton o que dará origem a uma água mais limpa e transparente, entrando com maior liberdade os raios solares permitindo assim o crescimento de plantas aquáticas que além de produzirem alimento, são um abrigo para as espécies presentes. Além disso, o zooplancton é a base de alimentação de todos os peixes existentes no habitat. 



CANIÇAIS E NENÚFARES: locais prediletos para os peixes, os caniços são ervas altas que podem atingir cerca de 3 m de altura. Quando não há vento, qualquer movimento das suas hastes pode indicar a presença de peixes. Além disso, são uma fonte de alimento, porque organismos tais como: caracóis,  mosquitos e larvas de libélulas, sempre estarão presentes.
  A traíra e o Black Bass  por exemplo, têm neles os seus locais de caça preferidos, pois devido ao seu mimetismo encontram-se perfeitamente camuflados neste ambiente, esperando pacientemente dar caça à sua presa. Algo similar acontece com os nenúfares com a diferença de que os peixes se ocultam debaixo das suas folhas aproveitando a distração de qualquer animal. Além disso, os nenúfares são autênticos filtros da natureza, porque ao impedir que a luz solar penetre na água evitam a proliferação do fitoplancton (que sem luz não pode sobreviver), aumentando assim a transparência e pureza das águas.


BOLHAS E ONDAS: os peixes que se alimentam no fundo como a carpa e os bagres, levantam nuvens de limos ou lodo enquanto procuram alimento no leito, e à medida que os focinhos agitam os limos ou lodo, libertam bolsas de gás que sobem à superfície em forma de bolhas de ar. As zonas com essas características indicam muito provavelmente a presença de um ou mais peixes alimentando-se.
Outros peixes que se alimentam à superfície como por exemplo a tilápia, provocam ondas superficiais que revelam a sua posição.


A ESPUMA: em grandes extensões de água, quando o vento é forte e provoca ondulação, esta última normalmente ao chocar contra as margens provoca espuma, durante os meses de Verão. Quando os insetos acabam de eclodir são varridos até essa espuma ficando presos, devido à sua densidade. Ocasião aproveitada por muitas espécies de peixes para um autêntico banquete.

Percebam que são tudo pequenos detalhes, que no fim fazem a grande diferença no resultado final.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

OBSERVAR A ÁGUA - O LITORAL

OBSERVAR A ÁGUA - O LITORAL

  Ao contrário das águas afastadas da costa, que só se podem inspecionar através do estudo de cartas marítimas e por sistema de ecos sondagem, normalmente é possível fazer um levantamento direto das zonas de costa com interesse para a pesca.
  A primeira vista, toda essa imensa massa de água parece igual, porém ao apurar a nossa visão sobre a costa, podemos verificar pequenas diferenças na ondulação, tais como espuma, o tamanho das ondas, ou correntes inversas provocadas por rochas submersas.
  As costas variam em muitos fatores, sendo o mais óbvio o tipo de substrato, que pode ser de areia, cascalho, rochas ou o conjunto dos três. Assim, dependendo da espécie que buscamos, o tipo de substrato tem muito a dizer. As diferentes espécies de peixes têm preferência por um tipo de substrato ou outro, seja pela quantidade de alimento existente ou pelos esconderijos proporcionados por esse tipo de substrato, a inclinação da costa ou ainda pela presença de correntes de água doce.

AS PRAIAS ARENOSASo tamanho das partículas existentes numa praia, influencia o tipo de organismos existentes dos quais os peixes se alimentam, e consequentemente as espécies de peixes que eles se alimentam. Partículas finas com grandes quantidades de matéria orgânica são propícias para a minhoca da areia, o berbigão, ameijoa ou camarões.
  Qualquer ondulação numa praia deste gênero atrai os peixes pois ao ser um sedimento leve, move-se com facilidade deixando à vista todos esses tesouros ocultos na forma de alimento. As praias de areias mais grossas, que assentam rapidamente, estão com frequência associadas a praias de rebentação, onde os robalos, solhas e rodavalhos são presa fácil quando se proporcionam condições adequadas. Uma ligeira inclinação ajuda o vento a criar uma boa rebentação pois a fricção entre o leito do mar e a água reduz a velocidade da onda, fazendo com que a crista a ultrapasse e enrole, produzindo assim mais rebentação. Isto acontece com mais frequência em águas superficiais que em profundas. Assim sendo, uma praia que normalmente tem muita rebentação, provavelmente contém bancos de areia e fundões.



AS PRAIAS DE CASCALHO: as praias de cascalho dão a impressão de estarem desprovidas de vida, mas nada mais longe da realidade. O cascalho que pode ficar amontoado por ação das ondas é somente a capa superficial dessa praia. Por debaixo desse amontoado de pedras, existe uma complexa mistura de vários substratos, por vezes incluindo argila e leitos de turfa no nível inferior da água ou para além deste.
  Nas praias de cascalho, a zona mais produtiva situa-se normalmente abaixo do nível inferior da água, onde o cascalho dá lugar a gravilha e areia fina. Todo esse amontoado de pedras é o esconderijo perfeito para muitos seres vivos tais como: camarões, caranguejos, lapas, ouriços-do-mar, etc. São o habitat preferido de peixes como o robalo, o safio, o sargo e a dourada. Observando indícios de bancos submersos que provocam variações no padrão normal da ondulação para além do nível inferior das águas, podemos descobrir "canais" de passagem que os peixes utilizam com regularidade para se dirigir à praia (caneiros).


PENHASCOS: o principal atrativo deste sector da costa é a existência quase permanente de água, em determinadas ocasiões com muita profundidade. Este fator permite aos peixes permanecer durante longos períodos de tempo no mesmo lugar, visto sentirem-se protegidos e existir uma grande abundância de alimento ( florestas de algas para o bodião, rochas quebradas para o safio e sargo, pináculos para o badejo, solos desobstruídos para a raia, o tubarão perna-de-moça e peixes chatos como a raia).
  Aconselha-se no entanto extremo cuidado ao pescar nestes lugares, pois as pedras com a água das ondas ou a própria chuva (se se der o caso) transformam as rochas em autênticos locais de risco. São essenciais umas boas botas de montanha, uma corda e a companhia de alguém de confiança. Infelizmente, todos os anos alguns pescadores esquecem-se que a melhor pescaria é aquela que tem regresso.


PORTOS E MOLHES: são o típico cenário "familiar" devido a facilidade de acesso e ao facto de se encontrarem normalmente perto de cidades ou de centros urbanos, o que permite a quase todo pescador aceder a eles duma forma quase rotineira, quando não existe outro "plano".

  São talvez o centro nevrálgico de quase todas as espécies presentes na costa, devido à imensa quantidade de alimento que contêm (lugar habitual de limpeza de redes de pesca das traineiras, arrastões e vários tipos de barcos que se dedicam à pesca). São portanto lugares privilegiados para a pesca.

  A maior parte dos molhes ou pontões são construídos sobre bases naturais de rocha, que atraem uma vasta gama de alimentos e de peixes. Estas bases são normalmente ricas em caranguejos, camarões e pequenos peixes que utilizam essa estrutura para se protegerem.
As tainhas percorrem estas estruturas em busca de microorganismos para se alimentarem e predadores como o robalo, a anchova, o lirio ou a corvina estão presentes devido à abundância de presas.

  Também se encontram presentes os sargos, safios, moréias, e outras formas de vida marinha como as navalheiras, santolas, polvos e chocos.


ESTUÁRIOS: num estuário típico, o rio cria uma coluna de água doce que se estende até ao mar, penetrando na água salgada. Forma-se então uma zona de água salobra onde as duas se encontram e se misturam. A dimensão desta zona depende de muitos fatores como por exemplo: o tamanho do estuário, a maré ou a quantidade de água doce que entra.

  O principal fator que determina as espécies de peixes que entram num estuário é a salinidade. Os peixes que toleram uma salinidade baixa, tais como a tainha, entram sem dificuldades num estuário, deslocando-se muitas vezes até à própria água doce.

  Muitas espécies migratórias tais como o salmão, percorrem os estuários como via para completar o seu processo de crescimento no mar e voltarem já adultos para a reprodução. A geografia dos estuários e a existência de alimento, são os fatores principais que determinam onde é mais provável encontrar os peixes, prestando especial atenção aos locais onde a curvatura dos canais cria zonas de fluxo lento, a obstáculos que criam remoinhos parados e baías superficiais sobre as quais se processa a enchente, oferecendo áreas de águas tranquilas. As depressões e os buracos existentes nestas áreas tranquilas possuem a vantagem acrescida de serem pontos de encontro para alimentos trazidos pela corrente. Além das tainhas, encontram-se normalmente em estuários o robalo, a corvina, a solha e o linguado, para além de milhares de pequenos peixes em estado de desenvolvimento, tais como sargos, peixe-rei, bogas, sardinhas, cavalas, linguados e pequenas garoupas que neles encontram refugio e alimento.


terça-feira, 19 de abril de 2016

Ceva - Parte 02 - Bagres, Acaras e Traíras.

Bom dia,

Hoje falaremos de algumas maneiras de fazer Ceva para Bagres (catfish), Acaras e até mesmo Tríras (WolfFish).

Existe o modo mais acessível para a maioria das pessoas e o modo que geralmente é o pessoal que tem fazendas ou chácaras com criação de animais que utilizam. Vou explicar melhor.

O que usar?
Primeiro vamos ver o que utilizar nos dois casos:
Mais acessível para todos: Podemos usar Farinha de sangue, milho, soja.
Fazendeiros e quem tem criações em geral: Tripas de animais.

Frequência:
Mais acessível: 15 em 15 dias .
Fazendeiros e quem tem criações em geral: sem prazo (por que sem prazo? Tripas de animais duram bastante tempo, geralmente quando você coloca a ceva o certo é sempre renovar, mas se você for um criador pequeno, e tem a pecuária de sobrevivência, só vai ter as tripas quando for consumir o alimento. Esta Ceva é muito boa mesmo para Bagres (Catfish) e traíras (Wolffish) , em rios principalmente.

DICA: Coloca fresco, porem quanto mais podre melhor, amarrar a ceva fora da água, pois o que chama a atenção é o sangue e os pedacinhos que caem na agua, na chácara onde eu tenho autorização para pescar eles amarram uns 20 cm da agua (em seu leito normal) se encher não precisa puxar deixa que entre na agua, até porque os bagres gostam de rio cheio, agua suja e um cheiro forte.

Quantidade:

Mais acessível: 1 galão de agua de 10 litros,  , com bastante ceva dentro, tudo misturado tem que dar pelo menos a metade do galão, Pacotes de batata , pelo menos ¾ isso por ser mais fácil o peixe comer por ali.

Fazendeiros e quem tem criações em geral: Toda parte que vocês não vão utilizar do animal você coloca no saco de batata. Tripas principalmente.

Como fazer:
Cada caso tem sua montagem:
Mais acessível: ANTES de qualquer coisa coloquem algumas pedras no fundo do saco, após isso, colocar todos os ingredientes dentro do saco, de preferência molhar um pouco antes, amarrar a boca do saco com uma linha grossa 0,60 mm, e amarrar a ceva na beirada do pesqueiro, lembre-se de deixar a ceva perto de algum enrosco, porque caso algum outro pescador for no seu pesqueiro ele não achara sua ceva.

O galão de agua: primeiro pegue alguns pedaços de ferro de diferentes tamanhos, aqueça um pouco no fogo (vai aquecer todo o ferro então uso um alicate, ou um pano), logo após fure o galão em diversos lugares com tamanhos diferentes, fure o máximo que conseguir , principalmente no fundo para ajudar na hora de afundar. Assim que o galão estiver pronto deixe ele de lado para esfriar um pouco, agora é só colocar umas 4 ou 5 pedras dentro e colocar os ingredientes todos dentro, tentem molhar um pouco, agora amarrem o galão com uma linha forte em algum lugar próximo ao pesqueiro, eu deixo amarrado DENTRO da agua.




Fazendeiros e quem tem criações em geral: achar uma arvore com um poço bom , que o galho cujo qual você amarrar sua ceva esteja para dentro do rio, galho firme, preferência um tronco caído. Imagem a baixo:


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ceva - Parte 01 - Lambaris e Carpas ( Rio, Lagos e Represas) Atualizado 02/04/17

Boa tarde amigos,

Hoje estarei divulgando alguns métodos de se cevar peixes, cada ceva com seus respectivos peixes, caso algum de vocês também tenham alguma para compartilhar ficarei feliz em postar aqui com  o nome da pessoa que publicou também.

Vou começar pelas cevas que eu faço e depois algumas outras que sei fazer mas não tenho nenhum lugar para fazer e nem recursos necessários.

1- CEVA para Lambaris e peixes de água doce pequenos e grandes:

Quando nós falamos " peixes pequenos" não estamos querendo dizer que só irá atrair peixes pequenos, claro que os grandes também virão (Carpas, Acaras, Tilápias, etc) , mas os pequenos vem em uma quantidade muito maior.

O que usar?

Temos varias possibilidades, eu utilizo pão, arroz e quirera, 

Mas como arranjar tanto pão? Bem simples, eu tenho um acordo com uma panificadora de minha cidade e quando eu vou lá levo uns 200 lambaris limpos para eles fritarem, em troca disso eles me dão os pães velhos e salgados que venceriam no dia seguinte, salgados que iriam para o lixo.

Freqüência?

Pelo menos uma vez por semana ou a cada 15 dias.

Quantidade:

Eu uso uma xícara de chá de arroz, 1 KG de quirera e 15 pães ou salgados disponíveis.

Como fazer:

Pegar um balde, colocar todos ingredientes juntos e misturar com água, Você terá duas opções para distribuir no seu local de pesca.

Primeira opção: Jogue tudo misturado no seu local de pesca, perto do barranco ou de vegetação aquática.

Segunda opção: Pegue um saco de batata, coloque tudo dentro, coloque alguns pesos junto , pedras barro o que tiver


imagem 1 (saco de batata)

Colocando no pesqueiro (imagem 2)



Como vemos na imagem 2 o passo seguinte é colocar a ceva em seu pesqueiro, a boca do saco amarrada e em um lugar em que você encontre depois kkkk. Caso utilize essa segunda opção pode ficar uns 20 dias de intervalo, desde que vocês encham o saco com pão e salgados...




quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Nó para Anzol

Boa noite amigos,

Finalmente mais um vídeo para postar...

Devagar vamos atualizar todos...

A qualidade do vídeo não está tão boa porque foi feito pela câmera do celular, mas espero que gostem.

Este nó de pesca foi ensinado pelo meu avô Amilton, se feito certo, dificilmente o peixe escapa.

1-      Pegar o anzol
2-      Passar a linha no buraco do anzol,
3-      Virar o anzol no mínimo 5 vezes, entrelaçando as linhas.
4-      Pegar a ponta solta e passar pelo buraco da LINHA DUAS VEZES.
5-      MOLHAR
6-      Puxar bem apertado. ---Nesta etapa, se tiver passado somente uma vez a linha pelo buraco (ETAPA 4), o nó não irá firmar e vai desmanchar.  


Vejam o vídeo abaixo:


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Quais Equipamentos são Autorizados em Cada Tipo de Pesca



Pescador amador pode pescar com linha de mão, caniço, puçá, vara com molinete/carretilha, anzol simples com isca natural e anzol múltiplo (garatéia). Nas modalidades de arremesso e corrico, a isca artificial pode ser usada. Pescadores amadores também podem utilizar espingarda de mergulho ou arbalete.

Na pesca em alto mar por pescadores amadores, a tarrafa, para captura de iscas, pode ser usada com autorização prévia.

Na captura de peixes de água doces com fins ornamentais, são proibidas as práticas:

-Uso de substâncias químicas, anestésicas, tóxicas ou que causem irritações nos peixes;

-Ações que acarretem danos ambientais ou à fauna aquática;

-Revolver, isto é, mexer no substrato dos rios.

Na captura de peixes de água marinha, são proibidos:

-Uso de substâncias químicas, anestésicas, tóxicas ou que causem irritações nos peixes;

-Perfuração do peixe para descompressão;

-Retirada e/ou ações que acarretem danos físicos aos corais, moluscos, equinodermos, crustáceos, esponjas, algas e outros seres pertencentes ao substrato marinho;

-Revolver, isto é, mexer no substrato dos mares.

(Com informações do Ministério da Pesca e Aquicultura e Ibama)


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pesca de Corrico


A Pesca de Corrico é uma modalidade muito praticada por pescadores esportivos em alto mar ou próximo da costa. Também chamada de pesca horizontal, a prática consiste em rebocar, na popa de barcos, iscas naturais ou artificiais. Elas atraem os predadores marinhos próximos da superfície como atuns, barracudas, sororocas e dourados.

Em embarcações com tamanho de até 26 pés, a Pesca de Corrico pode ser com no máximo seis linhas na água e os mais experientes corricam com até 10 linhas. Para pescadores iniciantes, o ideal é entre duas e quatro linhas. Isso evita que elas se enrosquem.

Na Pesca de Corrico, utilizam-se carretilhas com linhas de multifilamento ou de monofilamento. A experiência do pescador também é fundamental para ajustar corretamente o freio da carretilha. Recomenda-se usar o valor de ¼ da resistência da linha. Por exemplo, se a linha é de 20 kg, o freio deve ter 5kg.


Outra dica para a pesca de Corrico é usar um safa varas. A cordinha que prende o equipamento ao barco é muito útil para evitar uma queda dos equipamentos. Os equipamentos para afastar as linhas da embarcação, os outriggers, também são indicados para facilitar na hora de espalhar as linhas e manter as distâncias entre elas.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Outros

Bom amigos,

Finalmente consegui uma bela aquisição que promete muito para minhas futuras pescarias.


Espero poder pescar muita Traíra com este novo equipamento, bem como outros peixes também.

Segui a dica do Thiago do blog http://tudosobretraira.blogspot.com.br/

Obrigado Thiago.

Atenciosamente,

Diego C. Pires 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Algumas Dicas

PRESSÃO ATMOSFÉRICA

Um detalhe muito importante que  o pescador deve se atentar, é em relação à pressão atmosférica do dia. A pressão ideal para essa pescaria situa-se entre 1012 e 1017 milibares ( 762 a 763 mm de hg ).

Caso não tenha um barômetro, lembre-se de que o robalo costuma aparecer com maior freqüência após uma chuva de verão ( quando a pressão aumenta ) ou entre dois e três dias após a passagem de uma frente fria. 

Outro demonstrativo de elevação de pressão é a acentuação do vento Nordeste. Os ventos Sul sempre indicam queda de pressão ( no hemisfério Sul).

Nunca se esqueça de uma regra básica: os ventos recebem o nome em função de onde vêm, e as águas recebem os nomes em função do lugar para onde vão. O vento Nordeste é o que `nasce`no Nordeste e `caminha`para o Sudoeste.

Os pescadores que saem exclusivamente para capturar o Robalo devem tomar certos cuidados para que sua pescaria não seja frustrante.

Uma boa opção hoje no mercado são os relógios com a função “Barômetro”, que tem mostrador que possibilita entrada de frente fria ou virada de tempo.

Barômetro alto, bom tempo
Se o barômetro cair devagar o tempo que entrar demorará.

QUANDO O BARÔMETRO ESTACIONÁRIO:
Termômetro em ascensão: BOM TEMPO
Estacionário: CHUVA PROVÁVEL
Em declínio: TEMPO INCERTO

QUANDO O BARÔMETRO EM ASCENSÃO:
Termômetro em ascensão: TEMPO QUENTE E SECO
Estacionário: BOM TEMPO
Em declínio: VENTOS

QUANDO O BARÔMETRO EM DECLÍNIO:
Termômetro em ascensão: TEMPO INCERTO
Estacionário: CHUVA PROVÁVEL
Em declínio: CHUVAS FORTES  

Dicas
  • Na virada de lua cheia ou nova o tempo predomina nos próximos 14 dias.
  • Andorinhas voam baixo ou rente a água, sinal de ventos forte.
  • O ar quente sobe.
  • Vento vai do frio para quente ou alta pressão para baixa pressão
  • Durante o dia a terra esquenta mais e a noite a água tem mais calor. Daí os ventos de dia vem do mar para terra e a noite inverso, com céu limpo.
  • Ventos do leste ou sudeste melhoram o tempo
  • Ventos sudoeste ou noroeste - Chuva.
  • Nuvens Cirrus - Altas, tipo rabo de galo, entrada de frente.
  • Nuvens Cirrocumulos - Céu pedrento ou ondulação areão da praia - Entrada chuva ou vento.
  • Nuvens Cirrostratus - Fenômeno do Halo em volta da lua - Chuva.
  • Nuvens Cúmulos - Tipo couve-flor.
  • Nuvens Cúmulosninbus - Vento forte - Relâmpago, chuva, é a mais perigosa.
  • Stratus - São baixas tipo camadas.
  • Nas depressões o vento roda horário subindo.
  • Nas altas-pressões o vento é anti-horário subindo.
  • Anel ao redor da lua - Chuva


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Segurança na pesca – Fogo a bordo

Pesquisas realizadas pela Divisão de Barcos a motor e de Segurança Aquática dos Estados Unidos, as maiores perdas de barcos naquele pais, são devidos a incêndios a bordo.

Vapores de gasolina acumulados em compartimentos e áreas baixas são a causa principal de explosões e incêndios nos barco. O referido vapor e mais pesado que o ar, concentrando-se em espaços do barco onde não haja escape. Se não se introduzir ar fresco nesses espaços, qualquer fagulha ou chama pode ocasionar uma explosão.( foi nosso caso, vapor acumulado abaixo da plataforma e uma fagulha acidental dos cabos da bateria –BUMMMMM)

A maioria dos incêndios e explosões em barcos ocorrem durante ou após o abastecimento. Então e sempre bom seguir algumas normas quando estiver abastecendo o barco.:

1 – Procure sempre abastecer o barco sob boas condições de iluminação. E facil derrubar combustível quando não se enxergam as operações de abastecimento;

2 – Desligue todo o equipamento elétrico do barco, evite fumar durante a operação;

3 – Barcos com cabine, feche todas as portas e escotilhas através das quais os vapores possam entrar acumulando-se em áreas sem ventilação;

4 – Tanques metálicos, ter a certeza deque o bico da mangueira de combustível esteja sempre em contato com o tanque , prevenindo uma fagulha estática;

5 – Se seu motor é equipado com tanque separado procure enche-lo longe do barco;

6 – Nunca encha o tanque até a boca. Deixe algum espaço, para a expansão do combustível. Aperte bem a tampa e limpe os restos de combustível que tenham caído fora do tanque;

7 – Areje o barco, depois de abastecido. Faça o teste do nariz, procure sentir qualquer odor de combustível, antes de funcionar o motor.

Tenham sempre a bordo um extintor de incêndio, aprovado pelas autoridades competentes e sua localização deve ser de fácil localização, para que qualquer pessoa tenha acesso ao aparelho.

É sempre bom tomar alguns cuidados.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Como tirar habilitação para pilotar embarcações

Aqui vai uma dica super importante para quem deseja sair por ai em alguma embarcação na busca dos pontos de pesca mais esportivos que nosso país reserva.

Além de ser de suma importância que a pessoa tenha total domínio de qualquer que seja a embarcação que pretende pilotar, não podemos esquecer que é obrigatório por lei que quem está responsável pela navegação seja habilitado e capaz de fazer a locomoção do barco, lancha e, assim por diante.

Para que isso aconteça, nossa legislação reconhece como documento a Carteira de Habilitação de Amador (CHA).

Ela é um documento oficial e de porte obrigatório para todo condutor de embarcações de Esporte e/ou Recreio (lazer). A CHA possui informações sobre Identidade, CPF, categoria, validade, limites quanto a área de navegação, necessidades especiais e local de emissão. No entanto, por não possuir fotografia, a CHA só é válida acompanhada de outro documento oficial de identificação, com fotografia.

É necessário que se tenha 18 (dezoito) anos completos, exceto para a categoria de Veleiro, que tem como idade mínima exigida 8 (oito) anos de idade.

Assim como a habilitação para veículos automotores, a CHA também possui categorias das quais a pessoa deve escolher de acordo com a embarcação que pretende pilotar.
Categorias:

Veleiro - habilita a condução de embarcações a vela, sem propulsão a motor, em área de navegação interior (realizada em águas abrigadas, como por exemplo, angras, baías, canais, enseadas, lagos, lagoas e rios).

Motonauta – habilita a condução somente de moto aquática (jet-ski), em área de navegação interior.

Arrais-Amador – habilita a condução de qualquer tipo de embarcação de esporte e/ou recreio (lazer), em área de navegação interior.

Mestre-Amador – habilita a condução de qualquer tipo de embarcação de lazer, entre portos nacionais e estrangeiros, nos limites da navegação costeira (realizada em mar aberto, ao longo do litoral brasileiro, dentro dos limites de visibilidade da costa, normalmente, até 20 milhas náuticas). Para habilitar-se nessa categoria, o candidato já deve estar habilitado na categoria de Arrais-Amador.

Capitão-Amador – habilita a condução de qualquer tipo de embarcação de lazer, sem limites de afastamento da costa. Para habilitar-se nessa categoria, o candidato já deve ser habilitado na categoria de Mestre-Amador.

Como fazer para tirar sua habilitação:

Para a categoria de Motonauta, encaminhe-se a uma Marina, Iate Clube, Associação Náutica ou Escola Náutica que tenha curso cadastrado na Marinha, para realizar o treinamento prático em moto aquática (jet-ski) e obter a Declaração de Frequência para Motonautas.

Para a categoria de Arrais-Amador, encaminhe-se a uma Marina, Iate Clube, Associação Náutica ou Escola Náutica que tenha curso cadastrado na Marinha, para realizar o embarque e obter o Atestado de Embarque para Arrais-Amador, com no mínimo, 6 horas de duração.

- Se na sua região não houver entidade cadastrada para fornecer a declaração para Motonautas ou Atestado para Arrais-Amador, procure a Capitania da área para obter orientações de como proceder.

Para as categorias de Mestre-Amador e Capitão-Amador, não muda basicamente nada.

Tendo realizado a parte prática o candidato a Motonauta e/ou Arrais-Amador, poderá assistir aulas ou realizar estudo autônomo para o exame teórico a ser realizado na Marinha sobre os seguintes assuntos:

Motonauta – legislação náutica, luzes de navegação, luzes especiais e regras de governo, balizamento, primeiros socorros e noções de sobrevivência no mar.

Arrais-Amador – legislação náutica, luzes de navegação, luzes especiais e regras de governo, balizamento, primeiros socorros, manobra de embarcação, combate a incêndio, noções de comunicações e noções de sobrevivência no mar.

Agora é só procurar em sua cidade algum dos lugares citados acima ou ainda escolas que oferecem este tipo de curso e finalmente ter sua habilitação.


terça-feira, 11 de junho de 2013

Chicotes para Praia

Chicotes para Praia

Em primeiro lugar é bom você ter tudo em mão o que vai precisar, tome nota:

  • Rotores de Engate Rápido (tamanhos variados);

  • Giradores (tamanhos variados);

  • Giradores de Pargueira Light (novidade no mercado, são excelentes para confeccionar os chicotes tanto para praia quanto costeiras, em alguns casos substituindo os rotores que são mais frágeis);

  • Presilhas (tamanhos variados);

  • Miçangas plásticas (pequenas);

  • Anzóis variados (Maruseigo, Cristais, Sodes, Akitas, Interprise, entre outros de sua preferência) – Tamanhos de acordo com os peixes;

  • Linha Monofilamento ou de Fluorcarbono (sempre brancas – transparentes);

  • Chumbos variados (pesos diferentes variando desde 20 gramas até 180 gramas e seus formatos – pirâmides, carambolas, gotas, moedas, entre outras).

A escolha da linha deve ser feita como a escolha dos anzóis, de acordo com o porte dos peixes. Seu diâmetro pode variar entre a linha principal (praia – 0,25mm a 0,60mm) pernadas (0,14mm até 0,50mm).

Na linha principal, amarre seu girador (é nele que vai ser amarrado a linha que vem do molinete ou carretilha). Com um espaço de mais ou menos uns 30cm, colocaremos o primeiro rotor de engate rápido. Faça um nó de correr (basculante) e coloque as miçangas para que o rotor não tenha contato direto com o nó (o rotor ficará livre pelo auxilio das miçangas e poderá ser ajustado sua distância devido os nós de correr).

Pronto, de um espaço de mais ou menos uns 60cm até 1 metro (dependendo da praia) e coloque o outro rotor do mesmo jeito (desta maneira teremos um chicote com duas pernadas – dois anzóis – podendo pescar em profundidades diferentes no mesmo chicote).

Termine seu chicote com um girador pequeno e uma presilha (onde será colocado seu chumbo e também para facilitar a troca, por um mais leve ou mais pesado – de acordo com a correnteza  influência da maré e distância que busca seus arremessos).

Prontinho, vamos agora para as pernadas (linha que vai do rotor até o anzol), ela deve ter comprimento de acordo com o mar, (mais agitado – pernadas mais longas costumam pescar melhor por enroscarem menos do que as curtas – menos agitado pode se usar as mais curtas) seu tamanho pode variar de 20cm até um 1 metro ou mais!


Boa sorte!