sexta-feira, 1 de março de 2024

Novo vídeo

 Salve pescadores,

tudo bem?


Segue o mais novo vídeo do canal, e esse domingo tem um novo vídeo para ser lançado




quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Pesca de Robalo na Bóia e dicas faceis e rápidas de diferenciar um Peva do Flecha

 Segue os vídeos desse mês no canal


Se Inscrevam para receber tudo em primeira mão e vejam os comentados, tem muitas dicas çá também e dicas que vão chegar em breve.


Robalo na Boia:


Aprenda a diferenciar rapidamente um Peva de um Flecha







Feliz 2024 a todos !

Saaaallllveee pessoal! Tudo bem?


 Primeiramente passando aqui para desejar um Feliz 2024 para todos, que este ano todos consigam realizar todos os seus sonhos e desejos....


Que tragam muitas pescarias e aventuras a todos pescadores e simpatizantes da pesca  !



domingo, 24 de dezembro de 2023

domingo, 10 de dezembro de 2023

Piracema - Pode ou não pescar?

 

Olá pessoal,


Lançamento do vídeo da semana, vou deixar a legenda do video aqui , espero os comentários de vocês !




Ola pessoal Hoje quero deixar um recado importante a vocês, afinal na Piracema pode pescar? , pois bem nesse vídeo vou passar todos os detalhes, vou deixar aqui abaixo também o site para ver quais são as espécies invasoras de sua localização. Esse vídeo é muito importante para todos que querem pescar nas férias, porém se contem devido ao período da Piracema. Invasoras no Estado do Paraná: https://www.dinamicasistemas.com.br/upload/files/Lista_invasoras_PR_2015.pdf Tem todas espécies invasoras do país... vale muito a pensa: Página 79 a 83: https://www.icmbio.gov.br/cbc/images/stories/Publica%C3%A7%C3%B5es/EEI/Guia_de_Manejo_de_EEI_em_UC_v3.pdf -- tem todas espécies invasoras do país... vale muito a pensa: Página 79 a 83 Para saber os peixes invasores de sua Bacia hidrografica, basta procurar na internet. e ae pessoal, gostaram? aguardo seus comentários abaixo... desculpem a qualidade do vídeo os próximos serão melhores. Boas Pescas

domingo, 26 de novembro de 2023

Pesca de Traíra com Frog na água suja

Olá Pessoal


Conforme falei a 15 dias, estou postando videos novos no meu canal a cada 15 dias,


Se inscrevam: https://bit.ly/ADPesca


Essa semana foi o vídeo abaixo, para sempre acompanhar em primeira mão, Se inscrevam, curtam , comentem e compartilhem.




domingo, 12 de novembro de 2023

Pesca de Bagre em rio Cheio

 Boa noite pessoal


Conforme falei a 15 dias, estou postando videos novos no meu canal a cada 15 dias,


Se inscrevam: http://www.youtube.com/@ADPesca


Essa semana foi o vídeo abaixo:



Semana que vem algo mais prático...


Curtam, comentem, compartilhem


Bora para cima!

domingo, 29 de outubro de 2023

Canal sendo reativado - Dicas Quinzenais

 Olá pessoal, tudo bem?


Passando para informar a reativação do canal.


Estarei postando aqui para vocês a cada 15 dias um vídeo novo, bora lá.. curtam, comentem compartilhem!


O Vídeo dessa semana esta abaixo: 


Pesca - Como identificar a maré em Baías a noite


Pesca - Como identificar a maré em Baías


Att

sábado, 10 de outubro de 2020

terça-feira, 24 de julho de 2018

Tambaqui / Tambaqus (Colossoma macropomum)


Tive o privilégio de conhecer este gigante quando fui conhecer a família de minha esposa em Rondônia no Norte do País, sua pegada e briga são impressionantes, consegui pescar vários exemplares deste magnífico peixe, mantenho novamente um agradecimento especial ao Balbino sobre a oportunidade de conhecer e pescar estes peixes.




DESCRIÇÃO

O Tambaqui é um peixe de escamas, com corpo romboidal, alto, achatado e serrilhado no peito.  Apresenta uma dentição poderosa, adaptada para quebrar as duras castanhas que fazem parte de sua dieta. Em suas brânquias, podem ser observados espinhos longos e finos. Possui nadadeira adiposa curta, com raios na extremidade, dentes molariformes e rastros branquiais longos e numerosos. Sua coloração é parda, na metade superior, e preta, na metade inferior do corpo, mas pode variar para mais clara ou mais escura dependendo da cor da água. Tem a carne bastante apreciada. Pode alcançar  90 cm  de comprimento e atingir 30 Kg.
.
LUGARES

Sua espécie é distribuída na região Norte, além dos Estados de Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. O Tambaqui é encontrado também em matas inundadas.

MÉTODOS

Os métodos variam do lugar em que se vai pescar, como só pesquei no pesqueiro pesquisei outros métodos para as mais variadas pescarias, vou lista-las abaixo:

Ambientes naturais: Alguns rios na época das cheias invadem a mata ciliar deixando-a totalmente alagada. Nestas ocasiões costumam-se preparar CEVAS em sacos de tratos com farelo de arroz que são amarrados nas árvores para atrair os Tambaquis.

Margens dos Rios, fora da mata alagada: Geralmente utilizam a pesca com boia ou até mesmo a pesca de fundo, com empate de aço para evitar perder a linha devido a grande dentição deste peixe

EQUIPAMENTOS

Ambientes naturais: Para esta situação recomendamos material pesado e extra pesado, devido à força dos Tambaquis e a quantidade de obstáculos que vai enfrentar (árvores, troncos, vegetação, etc.). Opte por varas para linhas de 40 a 80 libras, carretilhas e molinetes reforçados que comportem 100 metros da linha escolhida. De preferência, linhas de monofilamento, com diâmetro variando do 0,80 mm ao 1,20 mm. Os anzóis devem ser extremamente resistentes e afiados para fisgar a boca dura dos Tambaquis, vale utilizar um pequeno encastoado em anzóis de haste curta.

Margens dos Rios, fora da mata alagada e pesqueiros: os equipamentos podem ser mais leves, pois o Tambaqui vai brigar limpo, quase sempre correndo para o meio do Rio quando fisgado. Opte por varas de 30 a 40 libras, carretilhas e molinetes reforçados para abastecerem pelo menos 150 metros da linha utilizada. A linha pode ser o mono filamento de 0,40 mm a 0,60 mm e no caso do multifilamento, linhas de 40 a 80 libras (algo em torno de 0,29 mm a 0,40 mm). Opte pelos mesmos anzóis e encastoado no caso de anzóis de haste curta.

ISCAS

Este peixe come de tudo, o correto é analisar o pesqueiro seja ele de barranco ou de outra modalidade, verifica se o peixe já tem o costume de comer alguma frutinha que cai na agua  ou faz uma CEVA com farelo de arroz e outras rações para chamar atenção do Tambaqui.

Também tem muita atividade com minhoca , lesmas e as mais variadas frutas entre elas caju, maça, pera. Salsicha , mortadela , salames, enfim este peixe come de tudo um pouco, podemos até arriscar algumas artificiais no estilo miçanga.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Notícia - Pirarucu / Tambaqui 12/07/2018

Tambaqui e pirarucu entre os peixes com maior valor nutricional





Atualmente, o consumo dos alimentos entre os brasileiros não passa dos 9kg ao ano por pessoa.

O pirarucu e o tambaqui estão entre os peixes amazônicos com maior valor nutricional e ainda são os mais procurados pelos amazonenses.

Apesar dos benefícios, dados do Ministério da Saúde apontam baixo interesse dos brasileiros em incluir os peixes na dieta alimentar. Atualmente, o consumo dos alimentos não passa dos 9kg ao ano por pessoa.

O índice é considerado baixo, mas leva os amazonenses a fugirem à regra.  O consumo amazonense de peixe é o maior do País: 35 quilos ao ano. Segundo feirantes ouvidos pela reportagem, a procura pelo tambaqui, por exemplo, é sempre alta. Já o pirarucu, considerado o bacalhau da Amazônia, é mais visado nas ceias de Natal e fim de ano.

O feirante Gilberto Amaral afirmou que chegou a vender até 100 kg, por dia, do pirarucu na Feira da Manaus Moderna, Centro.

Segundo Cavalcante, os peixes são ricos em proteínas, minerais, contém vitaminas do Complexo “B”, fósforo e, no caso do pirarucu, ricos em ômega 3 e 6, antioxidante natural. O antioxidante, protege as veias do envelhecimento precoce, além de reduzir as células cancerígenas. O ômega 3 reduz o colesterol e aumenta o colesterol bom (HDL). O lombo do tambaqui também é rico em proteína, mas a nutricionista alerta que as proteínas não estão na gordura do peixe, e sim, na carne.

A nutricionista também destaca que o peixe é ideal para quem quer emagrecer, por conta da grande quantidade de proteínas. A espécie possui gordura natural responsável pela formação hormonal. O consumo do tambaqui ainda resulta na melhoria do transporte de nutrientes para dentro da célula. Outro agente saudável presente na maioria dos peixes é o Iodo, que contribui para o funcionamento da glândula da tireóide e previne o bócio, tumor da tiróide.

Pesquisa

A ciência também busca aumentar o valor nutricional dos peixes. Estudo desenvolvido no Estado e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam) analisa as inclusões de fontes naturais de Ômega.3 e Ômega.6 (lípidios), presentes no tambaqui e os benefícios deles na alimentação. Segundo o autor da pesquisa, André Moreira Bordinhon, o pescado reúne ácidos graxos polissaturados fundamentais para o bom funcionamento do organismo de pessoas e animais.

A função adicional de Ômega.3 e Ômega.6 no metabolismo dos animais e das pessoas é objeto de estudo nos últimos anos, com maior intensidade em animais aquáticos. Neste sentido, a pesquisa levanta a hipótese de encontrar um aumento da quantidade do tipo de gordura na carne do tambaqui por meio do fornecimento de dietas que contêm fontes naturais de ácidos graxos. Segundo a nutricionista Lúcia Cavalcante, outros peixes encontrados na Amazônia como o pacu e a sardinha também estão entre os mais ricos em nutrientes.




terça-feira, 17 de julho de 2018

Pirarucu (Arapaima gigas)


Boa noite amigos,

Hoje falaremos sobre este gigante do nosso país, o Pirarucu.


 

























Tive o privilégio de conhecer este gigante quando fui conhecer a família de minha esposa em Rondônia no Norte do País, a sua força e pegada é impressionante, consegui pescar um filhote deste peixe e fiquei muito feliz pela enorme briga que me proporcionou, agradecimento especial ao Balbino sobre a oportunidade.



DESCRIÇÃO

O pirarucu (Arapaima gigas) está no ranking dos maiores peixes de água doce do planeta. Nativo da Amazônia,

Pode atingir quando adulto costuma de dois a três metros, e o peso, de 100 a 200 kg. O pirarucu é  um peixe forte, com características bem especiais. Eles têm a cabeça achatada e um longo corpo escamoso Possui dois aparelhos respiratórios, as brânquias, para a respiração aquática, e a bexiga natatória modificada, especializada para funcionar como pulmão na respiração aérea.

A espécie vive em lagos e rios afluentes, de águas claras, com temperaturas que variam de 24° a 37°C. O pirarucu não é encontrado em lugares com fortes correntezas ou em águas com sedimentos.

Durante a seca, os peixes formam casais. Nesse período, o pirarucu macho fica com a  coloração mais avermelhada nos flancos. Antes da fêmea depositar os ovos no leito do rio, o macho faz a limpeza da área e arranca com as mandíbulas raízes e galhos presentes no local escolhido. Em seguida cava uma poça circular, onde a fêmea inicia a desova, para que seu companheiro possa fecundar os ovos. Durante a incubação, a fêmea permanece mais próxima do ninho, enquanto o macho nada nas redondezas para intimidar predadores que possam trazer perigo aos ovos. Os ovos eclodem após oito a 10 dias.


Risco de extinção

A espécie corre risco de extinção devido à pesca predatória praticada ao longo de muitos anos. A reprodução natural do peixe é insuficiente para repor o número de pirarucus pescados. A exploração não sustentável fez com que o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - criasse em 2004 uma Instrução Normativa que regulamenta a pesca do pirarucu na Amazônia, proibindo-a em alguns meses do ano e estabelecendo tamanhos mínimos para pesca e comercialização da espécie.

LUGARES

É encontrado de dia e a noite em rios e lagos com águas claras, cristalinas e calmas na bacia amazônica e na Bacia de Tocantins-Araguaia.

MÉTODOS

Uma das formas mais eficazes de pescar o pirarucu é visualmente. O arremesso deve ser dado imediatamente à frente de onde o peixe sobe para tomar ar, a distância mais utilizada pelos pescadores é 1 metro. Com anzóis circulares, é possível fisgá-lo sem maiores danos, facilitando o pesque-e-solte.

Quando pesquei em Rondônia utilizei a pesca de fundo semelhante a pesca de Bagre, e foi muito produtiva também.

ISCAS

São boas iscas naturais a traíra, o jacundá, a Tilápia, Lambari, até as sardinhas. Dependendo do local frutas típicas do rio, aquelas que caem direto na água podem ser uma boa escolha também, mas na minha opinião nada ganha dos peixes vivos.

CUIDADO

É preciso ter muito cuidado com a força do Pirarucu fora da água, se brincar pode levar uma cabeçada e acabar ferido.

RECORDE

O recorde homologado na IGFA é de 130 kg, capturado no Amazonas em 2.008

domingo, 2 de abril de 2017

Carpas / Carp (Cyprinus carpio) - Parte 03

Boa noite amigos,

Vamos para as técnicas de pesca das carpas:

Vamos começar com as duas que vimos no Post anterior as Carpas Húngaras: Espelho e Comum




LUGARES

Em Rios, represas e açudes selvagens, encontra-se mais no fundo, já em açudes próprios para pesca, podem ser encontradas e fisgadas também na superfície, os maiores exemplares que pescamos foi no inverno, mas a maior abundância foi no verão.

MÉTODOS

Pesca-se estas carpas no fundo, sem empate e se for em açudes, represas e rios sem bóia e com um bom e pesado chumbo, nós gostamos de colocar o chumbo depois o girador e depois mais uns 20 centímetros de linha 0,40 mm até o anzol 1/0 até 3/0. Já em Pesque Pagues usamos bóia e uma profundidade geralmente de 1,5 metros.

Uma coisa que meu avô sempre usou para pescaria de carpas foi o Varejão, uma vara de bambu extremamente grande e forte segue imagem abaixo:




O certo é fazer uma Ceva em algum lugar escondido e com muito silêncio, pois estas carpas são manhosas e inteligentes, se o lugar for calmo você perceberá com o tempo que estas carpas soltam umas bolhas de ar quando estão nadando, e com muito silêncio e calma vocês terão resultados ótimos.

ISCAS

Como é considerada uma lixeira nos tanques e lugares em que vivem, são adeptas a diversos tipos de iscas, como nossa "Ceva" sempre foi com pão, quirera e ração. Nós pescamos carpa com pão.


Carpas / Carp (Cyprinus carpio) - Parte 02

Diferença entre Carpa Hungara e Carpa Espelho

Carpa húngara ou carpa espelho? A maioria das pessoas faz confusão em relação a estas carpas, mas qual a diferença?

As duas são carpas húngaras! A diferença é que existe a húngara de escamas uniformes e a húngara de escamas falhadas.

Carpa húngara de escamas uniformes: é chamada de carpa comum, ela cresce muito, em pesqueiros pode atingir 35 kg e na natureza pode chegar á 60 kg principalmente na Europa. Imagem abaixo deste tipo de Húngara:




Carpa espelho é a carpa húngara de escamas falhadas: Esta Carpa não tem as escamas do mesmo tamanho, sendo que algumas escamas são exageradamente grandes. Veja na imagem abaixo:



As duas têm o corpo comprido e são bem semelhantes, são geralmente bem gordas e ambas são peixes de fundo, vivem revirando o fundo dos lagos em busca de alimento como, zooplânctons, minhocas, larvas de insetos e pequenos moluscos e também ração de peixe.

As duas têm origem asiática, mais precisamente da China, é comum em pesqueiros pegar carpas no inverno, isso porque elas toleram muito bem o frio, é comum vermos fotos de carpas húngaras enormes pescados em represas nos Estados Unidos e Europa.
Uma das características das carpas húngaras é que elas possuem a boca pequena, sem dentes e com barbilhões curtos, usados para tatear o fundo dos lagos em busca de alimento.


OBS: Pelo fato de ela ter a boca pequena e muito frágil, não use alicate para segurar a carpa ou para pesar, como ela é geralmente muito grande e pesada, sua boca não aguenta o peso do corpo, se usar alicate na boca da carpa, você vai machucar o peixe, podendo até rasgar sua boca.

sábado, 1 de abril de 2017

Carpas / Carp (Cyprinus carpio) - Parte 01

Boa noite amigos,

Finalmente irei fazer um especial de Carpas, a real especialidade do Seu Amilton (meu avô)...

Nesta primeira postagem uma característica geral de todas as carpas, após esta postagem, será feita outras descrevendo cada tipo e espécie de carpa bem como suas dicas para capturá-las.

Vamos começar:



Distribuição Geográfica
As carpas vivem em quase todos os açudes, rios e represas do mundo.

Descrição
Peixe de escamas, existindo também algumas espécies de couro. Possui origem asiática.
Vivem em rios e represas sendo encontradas com mais frequência nas regiões sul e sudeste do Brasil. Existem várias espécies de carpa, como por exemplo: capim, húngara, cabeça grande, comum, chinesa, etc.
Gostam especialmente de zonas pouco profundas com vegetação, árvores, refugiando-se nos fundões nas alturas de frio ou calor mais intenso. Em alguns locais e beneficiando de determinadas situações naturais a carpa consegue atingir cerca de 1 metro de comprimento e com um peso que poderá oscilar entre os 35 e 40 quilos, existindo já diversos registros próximos dos 50 Quilos.

Ecologia
Atinge o estado de adulto por volta dos quatro anos e tem o hábito de se reproduzir em locais de pouca profundidade e com abundante vegetação aquática ou submersa. Desovam na primavera e verão, largando os ovos pegajosos na vegetação. Possui uma longevidade que pode superar os 20 anos, havendo quem considere poder ir muito mais além mas por enquanto sem sustentação científica.
A carpa é uma espécie onívora de regime alimentar muito variado, alimentam-se de insetos, invertebrados, plantas, algas, ovos de batráquios, etc. ingerindo os alimentos por sucção.

Equipamentos
Deve-se utilizar equipamento de ação média, composto por vara para linhas de 8 a 17 Libras, carretilha ou molinete com capacidade para 70m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis de tamanho 1/0 a 3/0. Pode-se pescar tanto de fundo como com bóia, veremos com mais detalhes nas próximas postagens os melhores métodos para cada espécie de carpa.

Iscas
Existem vários tipos de massa para carpas, variando os ingredientes de acordo com a espécie. Também são utilizadas iscas como: Milho, Trigo, Feijão Frade, Queijo, Fiambre, Pão, Batata, Ervilha, Minhoca, Broa de Milho, Salsicha, Azeitona, Amendoim, Milho Doce, etc.

Dicas

Para atrair a atenção deste peixe, faça uma ceva no local com pão, massa ou pipoca. Para melhores dicas de como montar cevas, por favor visite nossa seção de “Ceva” para saber como fazer.

sábado, 25 de março de 2017

Lagoa da Pampulha é liberada para esportes náuticos e pesca



A Lagoa da Pampulha recebeu classificação técnica própria para a prática de esportes náuticos, embora o contato com a água ainda não seja recomendado. Com essa ressalva, o secretário Mario Werneck (Meio Ambiente) apresentou, nesta quarta-feira (22), os resultados da primeira etapa de recuperação da bacia, que, apesar de ter registrado a redução de agentes poluidores, a liberação para o uso ainda depende de regulamentação da prefeitura.

Segundo Werneck, conforme os parâmetros de medição utilizados pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), a qualidade da água saltou da classe 4, em março do ano passado, para a classe 3, em dezembro. Essa marca indica que a lagoa pode ser utilizada para recreação e pesca amadora. Entretanto, para o titular da pasta, o período de transição entre as classificações exige cautela.
“Entregamos hoje uma etapa vitoriosa para Belo Horizonte, mas estamos recomendando que a populações continue como está: não pescando, não realizando os esportes náuticos, até que haja uma deliberação normativa para regulamentar isso. A gente tem que trabalhar sempre com o princípio da precaução”, enfatizou.

No entanto, ainda segundo o secretário, não há prazo previsto para que a regulamentação seja apresentada pela administração municipal. “Esse plano de manejo será feito tão logo a gente receba todas as informações do Propam [Programa de Desenvolvimento e Recuperação da Bacia da Pampulha]. A partir de então, será feita [a regulamentação] o mais rápido possível”.

A recuperação
Com investimentos de R$ 30 milhões, a recuperação da Lagoa da Pampulha teve início em março de 2016, ainda na gestão do ex-prefeito Marcio Lacerda (PSB). Parte desses recursos foi utilizada na contratação de empresas especializadas, que vêm atuando no desassoreamento e na recuperação da qualidade da água.

Segundo informou a administração municipal, os recursos foram liberados do orçamento da prefeitura para o Programa Pampulha Viva, financiado junto ao Banco do Brasil e BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais).

De acordo com o gerente de Gestão das Águas Urbanas da PBH, Ricardo Aroeira, a primeira etapa de recuperação resultou na diminuição dos índices de algas e agentes contaminantes da água. “A norma [resolução 357/05, do Canama] é muito exigente, inclusive para se enquadrar na classe 3, mas felizmente obtivemos sucesso e graças a isso o processo de eutrofização [acúmulo de matéria orgânica] na Lagoa da Pampulha está bastante controlado”.

Ainda conforme o técnico da administração municipal, ainda dentro dos planos de recuperação da bacia, a Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) assumiu o compromisso de coletar e tratar 95% do esgoto que é despejado na Lagoa da Pampulha.

Entre os próximos passos previstos no plano estão a manutenção da lagoa desassoreada — o que pode agravar com o período de chuvas — e o monitoramento permanente da qualidade da água.


terça-feira, 21 de março de 2017

Pescaria de Espada Janeiro 2017

Boa noite amigos,

Passando para postar de mais uma pescaria de Espadas na Baía de Guaratuba,

Isca utilizada: Manjuba viva, iscada pelo Rabo.

Tamanho do Espada: 1,55 metros





terça-feira, 17 de maio de 2016

Enguia (Anguilla anguilla)


LOCALIZAÇÃO

Global, porém com maior incidência em África do Sul, Austrália, Tasmânia, Nova Zelândia e América do Sul.



DESCRIÇÃO

  É uma espécie marinha com uma fascinante história migratória e com um ciclo de vida em água doce e outro no mar. Possui um corpo muito alongado e cilíndrico, com aparência serpentiforme, de dorso esverdeado e ventre claro, com escamas minúsculas e ovais e uma barbatana dorsal que se une à caudal e anal e com as peitorais curtas. Apresenta um focinho pequeno e cónico com 2 pares de narinas e de boca larga onde a maxila inferior ultrapassa a superior, ambas com pequenos dentes muito fortes e aguçados.

  Tem uma enorme versatilidade quer de se deslocar em qualquer curso de água quer de viver em águas bem ou mal oxigenadas, procurando sempre os obstáculos para se proteger ou camuflar, desenvolvendo grande parte da sua atividade à noite. Possui ainda a capacidade de poder sair da água e movimentar-se nas margens mais húmidas, chegando mesmo a utilizar esta particularidade para se introduzir num outro meio aquático mais próximo.
Existem várias espécies de enguias como por exemplo a Enguia Europeia (Anguilla anguilla), a Enguia Americana (Anguilla rostrata) e a Enguia de barbatanas largas (Anguila reinhardtii ) a Enguia das barbatanas largas, visto ser a que atinge maior tamanho e peso. Embora exista a nível global, é em Nova Zelândia que são conhecidos os maiores exemplares capturados com vara. São peixes de lento crescimento atingindo uma média de 15-25 mm ao ano. Devido à febre do ouro nos anos sessenta "doença" que atacou este país durante muitos anos, foram escavadas milhares de minas nas suas montanhas, minas essas que depois de abandonadas foram inundadas por rios e ribeiras da zona criando verdadeiros paraísos para as enguias. Estes "santuários" foram esquecidos durante anos deixando as enguias crescer em paz, o que gerou provavelmente o lugar do planeta com as maiores enguias conhecidas até hoje. Exemplares que podem ser comparados (sem exagero) com a perna de um homem. Este fenómeno deve-se ao facto que em Nova Zelândia a Enguia de barbatanas largas é o peixe que está no topo da cadeia alimentícia dos peixes de água doce, assim que atingindo certo tamanho deixa de haver predadores que lhe façam frente, podendo então atingir estes tamanhos e pesos tão espetaculares.

São peixes que se alimentam praticamente de tudo, mas com especial debilidade por iscos sangrentos, assim que para a sua pesca, que normalmente é mais produtiva ao amanhecer ou entardecer, utilizam-se com frequência pedaços de fígado de cordeiro ou boi torceados e corações de galinha. 

LUGARES

Peixe que vive sobretudo no fundo dos rios e barragens , de hábitos bentônicos, colonizando uma grande variedade de habitats. É mais ativa durante noite, escondendo-se em buracos durante o dia. A enguia ocorre em rios com águas correntes, oxigenadas, menos frias e com leitos adequados à escavação (areias e lodos) ou com densa vegetação. A abundância desta espécie está relacionada positivamente com a proximidade da foz do rio e com a quantidade de chuva anual. Os machos predominam nos estuários e as fêmeas na parte superior dos cursos de água.

MÉTODOS

Pesca-se enguias com pedaços de peixes, ou peixes pequenos, de preferência em locais com pedras ou galhos no fundo.
Na pesca com vara e anzol, engolem muitas vezes o anzol.

ISCAS

A minhoca comum, camarão, casulo e Sardinha.

terça-feira, 3 de maio de 2016

OBSERVAR A ÁGUA - OS RIOS

OBSERVAR A ÁGUA - OS RIOS

  Muitas vezes pensamos: O que acontece debaixo de água realmente? A capacidade de observar e interpretar a água pode melhorar bastante a porcentagem de êxito do  pescador. O fluxo superficial raramente é uniforme e zonas de turbulência ou áreas de águas mais calmas podem fornecer pistas sobre o que está acontecendo debaixo da água. Assim, poderíamos separar um rio em zonas:


  As espécies de peixes presentes num rio variam de zona para zona.

Zonas superiores: onde a água é mais transparente e flui rapidamente, transportando uma maior quantidade de oxigênio dissolvido (por causa dos choques com a massa de pedras e seixos existentes no leito do rio), encontram-se Matrinxãs e Dourados. O alimento é normalmente limitado, restringe-se a larvas de algumas espécies de insetos e camarões (para além de algumas criaturas terrestres que caem à água), por isso os peixes tendem a ser na maioria das vezes pequenos, porem aparecem os grandes para se alimentar destes menores.

Mais abaixo: onde o rio se torna mais fundo e o fluxo mais estável, os bancos de vegetação proporcionam um abrigo para os peixes e atraem a vida animal de que se alimentam. Isto, combinado com um fluxo menos turbulento, faz com que mais espécies estejam presentes, incluindo os bagres, a cachara, as carpas, e outros grandes peixes.

Última zona do curso: da maioria dos rios, o fluxo é lento, em particular no Verão. O leito é composto, normalmente, por lodo macio e limos e a vegetação cresce de forma abundante. O lodo e os limos estão muitas vezes suspensos, o que resulta numa visibilidade reduzida e num ambiente inadequado para espécies encontradas mais acima. Em seu lugar estão presentes peixes que preferem o fundo, mais tolerantes a uma água com baixos níveis de oxigênio dissolvido. Contam-se entre eles os bagres em geral, os pintados entre outros.

FLUXO DE ÁGUA
Estudando os diferentes modelos de fluxo de água, podemos aprender bastante sobre as características do mundo subaquático. Por exemplo, as rochas e a vegetação criam ondas em zonas de águas calmas, enquanto buracos profundos que contêm águas calmas onde os peixes buscam comida e abrigo parecem ser ligeiramente mais escuros do que a superfície que os rodeia.

VEGETAÇÃO DA MARGEM
Os peixes gostam de descansar por baixo das margens rebatidas e de árvores e plantas pendentes, que lhes fornecem sombra, proteção contra predadores como as garças (e os pescadores), e são uma fonte de insetos e outros alimentos.

ROCHAS E PEDRAS
Estas zonas são particularmente ricas em peixes, devido ao fato de que além de oferecer abrigo contra fortes correntes, normalmente produzem redemoinhos que arrastam alimentos. Peixes predadores são verdadeiros admiradores destas zonas porque constituem uma autêntica "dispensa" de alimentos.





OBSERVAR A ÁGUA - ÁGUAS PARADAS

OBSERVAR A ÁGUA - ÁGUAS PARADAS

  Este termo é utilizado para definir este amplo ambiente que pode ir desde um simples açude, à mais vasta represa ou lago.

  Cada tipo de água parada apresenta ao pescador um conjunto de problemas que têm de ser resolvidos se desejamos obter êxito. No entanto, dentro dessa diversidade, existem muitas características em comum e o conhecimento e experiência adquiridos num desses locais podem ser utilizados vantajosamente em outros com as mesmas características.
 Por exemplo, todos os lagos, barragens, açudes, etc., possuem baías, promontórios e margens superficiais, e em muitos casos os organismos invertebrados que vivem entre a vegetação e as espécies de peixes são os mesmos. As suas probabilidades de pescar com êxito aumentam se souber o que se passa debaixo dessa superfície aquática. A maioria das águas paradas nasce de uma forma natural, alimentada por fontes, ribeiros ou rios, e normalmente possui um ou mais rios que a alimentam.


A COR DA ÁGUA: este fator pode dar-nos inúmeras pistas sobre a população de peixes existentes num determinado local. Há medida que as águas paradas começam a aquecer em cada Primavera, minúsculos organismos vegetais, conhecidos como fitoplancton, começam a multiplicar-se a um a velocidade vertiginosa, transformando grandes extensões de água em planíces verdes, chegando muitas vezes a impedir a oxigenação das águas e provocando a morte de muitos peixes. Porem ótimos lugares para a pesca das traíras devido a se transformar em lugares de caça para as mesmas. O fitoplancton por sua vez, é o principal alimento do zooplancton. Este último inclui larvas de peixes e organismos animais simples tais como as dáfnias (pulgas de água). Ao produzir-se zooplancton em quantidade suficiente,  a água será mantida livre de fitoplancton o que dará origem a uma água mais limpa e transparente, entrando com maior liberdade os raios solares permitindo assim o crescimento de plantas aquáticas que além de produzirem alimento, são um abrigo para as espécies presentes. Além disso, o zooplancton é a base de alimentação de todos os peixes existentes no habitat. 



CANIÇAIS E NENÚFARES: locais prediletos para os peixes, os caniços são ervas altas que podem atingir cerca de 3 m de altura. Quando não há vento, qualquer movimento das suas hastes pode indicar a presença de peixes. Além disso, são uma fonte de alimento, porque organismos tais como: caracóis,  mosquitos e larvas de libélulas, sempre estarão presentes.
  A traíra e o Black Bass  por exemplo, têm neles os seus locais de caça preferidos, pois devido ao seu mimetismo encontram-se perfeitamente camuflados neste ambiente, esperando pacientemente dar caça à sua presa. Algo similar acontece com os nenúfares com a diferença de que os peixes se ocultam debaixo das suas folhas aproveitando a distração de qualquer animal. Além disso, os nenúfares são autênticos filtros da natureza, porque ao impedir que a luz solar penetre na água evitam a proliferação do fitoplancton (que sem luz não pode sobreviver), aumentando assim a transparência e pureza das águas.


BOLHAS E ONDAS: os peixes que se alimentam no fundo como a carpa e os bagres, levantam nuvens de limos ou lodo enquanto procuram alimento no leito, e à medida que os focinhos agitam os limos ou lodo, libertam bolsas de gás que sobem à superfície em forma de bolhas de ar. As zonas com essas características indicam muito provavelmente a presença de um ou mais peixes alimentando-se.
Outros peixes que se alimentam à superfície como por exemplo a tilápia, provocam ondas superficiais que revelam a sua posição.


A ESPUMA: em grandes extensões de água, quando o vento é forte e provoca ondulação, esta última normalmente ao chocar contra as margens provoca espuma, durante os meses de Verão. Quando os insetos acabam de eclodir são varridos até essa espuma ficando presos, devido à sua densidade. Ocasião aproveitada por muitas espécies de peixes para um autêntico banquete.

Percebam que são tudo pequenos detalhes, que no fim fazem a grande diferença no resultado final.